terça-feira, 26 de março de 2013

HD, 11. Jesus disse. Regra Efesina


Conhecem as Epístolas aos Efésios de S. Paulo. Mas talvez não saibam que a Epístola aos Efésios tem o significado de o Mestre disse e eu vou transmitir a maior verdade possível que é o escrito segundo os Mestres. Quando digo que um Mestre disse e outro também é uma prova de honorabilidade. Se o Mestre disse eu nunca porei em dúvida o Mestre, desde que seja fiel ao que Ele disse. Para reforçar, costumo citar duas ou três fontes diferentes para garantir a idoneidade do que foi ensinado. Como estou a credibilizar o ensino Espiritual para que possa ter crédito verificado, acompanho-o sempre que possível de dados da Ciência e Filosofia Espiritual, para que as crenças possam ser substituídas por conhecimentos exactos, experimentais, à luz das regras em vigor.
Depois da contestação das Doutrinas religiosas, muitas delas ridicularizadas por não corresponderem aos ensinamentos dos Mestres, chegou a Hora de acertar o Cristianismo com a Tradição Religiosa do Hinduísmo, Buddhismo, Judaísmo, Islão (em especial os Sufis do Islão) e dos filósofos Neoplatónicos da Tradição Cristã, que mantiveram vivas as doutrinas filosóficas, religiosas, no Ocidente Materialista, logo, em Portugal.
Desde D. João I, nascido em 1357 e falecido em 1433; Defensor do Reino e depois coroado rei nas Cortes de Coimbra após a batalha de Aljubarrota em 1385. O Ciclo da Ciência começou desde 1328-1636 e incluiu os Reis D. Afonso IV, D. Pedro I, D. Fernando. Seguiu-se o Interregno de 1383-1385, porque não entregaram o poder à viúva Leonor Teles, de D. Fernando. D. João I, desde 1385 fundou uma nova Dinastia a que foi chamada a Ínclita Geração, com a rainha Inglesa D. Filipa de Lencastre e os seus filhos. Iniciava-se assim a prática dos métodos de investigação científica nas Descoberta dos Caminhos Marítimos, fechados pelos muitos Dilúvios do afundamento da Atlântida, o grande continente da 4ª Raça que ocupava todo o actual Oceano Atlântico. A Magia Negra tentou afrontar o Poder dos Mestres Divinos e as Leis actuaram em conformidade. Foi o tempo das pirâmides, para isolar os candidatos à Perfeição humana. As pirâmides actuavam como acumuladores de energia Divina. Vencido o Poder do Mal, o efeito das pirâmides tornou-se desnecessário. A Humanidade cedeu ao «encantamento das forças do Mal» que passaram a usar a Política como meio de coacção. Vejam o número crescente de ditadores e ditaduras, os mais torcionários, vejam as falsas democracias que pululam em todo o lado.
A primeira revolta contra o sistema político foi dada pelo rei D. João I que contestou os Direitos falsos da Magna Carta Libertatum pela compreensão dos Deveres Divinos ensinados nas X Ordenações sob a forma de X Bênçãos, como Buddha ensinou, X Mandamentos do Judaísmo, X Lógia do Pai-nosso ou X Bem-aventuranças, X Obrigações-Renúncias dos métodos dos Yogas. O Terrorismo tornou-se vitorioso em todo o lado e logo assumiram que são uma Força contra a qual é inútil combater, nas falsas vestes de liberdade e libertação.
Se a Liberdade pela Política parece impossível, os Mestres que fizeram a recuperação do ensino Espiritual de Ciência, Filosofia, Religiões. A dificuldade que tive em apresentar uma nova História baseada no estudo dos Ciclos Siderais de 308 anos em Idades de 2156 anos, que representam a rejeição da História política manipulada e o estudo psicológico da Qualidade Divina geradora representa a intensidade dos poderes malignos na Humanidade. A História de Portugal à luz dos Ciclos da Qualidade Divina, que fica escrita, não acontecerá sem esta difícil intervenção na Internet, que é a minha última esperança, depois do fracasso da revista Portugal Teosófico. A maioria da Humanidade está disponível para despertar Sentimentos, mas não vê a necessidade de credibilizar as Três Sabedorias Supremas pela investigação científica espiritual, que me obrigou a escrever o Tema dos XOP’s, que na forma chopes significa cerveja fresca e cervejaria, a intoxicação mais suave.
Por causa da Inquisição do Papado, sensível às imposições de Espanha, Portugal antes de perder a sua independência em 1581, com a Dinastia dos Filipes de Espanha. Com D. Manuel I colaborou na política Espanhola do chamado «Progrom» dos Judeus de 1506, uma técnica Soviética para extinguir proprietários e apoderar-se dos seus bens. Outro foi o «Adeus aos mouriscos» imposto pelos reis de Espanha em 1609, que eram os nossos melhores agricultores e deu uma tenebrosa crise de alimentos.
Estudem o reinado do Imperador Akbar,1542-1606, na Índia, para verem a semelhança com a política espiritual de D. João I. A Chegada dos Portugueses à Índia, os Amigos e os seus inimigos, está por fazer. Não sou historiador e é um risco a falta de isenção dos historiadores politizados Portugueses, que vão à TV. Cabe-vos fazer a nobilíssima História Integral Portuguesa, dos Ciclos das Sete Qualidades Divinas.
Humberto Álvares da Costa (Médico)

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