quinta-feira, 23 de abril de 2020

Significado das Línguas. No marginal, a Língua apodrece na Boca


A Sabedoria foi ensinada através de mitos, é Efesina, de símbolos e ritos de Phêsi, e é renovada para a adaptar às necessidades de um povo. Podemos reconhecer a Libertação de Energia que produz ao juntar os fragmentos do ensino no modo ecléctico e a Verdade comum, no modo zetético, de cima para baixo. Isto tem contrapartidas: modo analógico, algo em cima por ter uma reflexa analógica (espelhismo) pode ser estudada em baixo; modo etimológico, a Língua da Raça foi ensinada pelos Mestres e as palavras são a vibração e o significado científico (som) da realidade, a palavra põe os veículos da alma a vibrarem a qualidade da Substância correlativa; finalmente, por empatia – vibrar por efeito de Presença ou de Testemunho dos que revelaram o Divino em si; pela auto-realização, ao revelar o Ser somos a Sabedoria infinita.
Na Raça Ariana, é preciso dominar o Sânscrito e ter uma boa compreensão das etimologias e Epistemes, causas Espirituais. O som que os Mestres escolheram para falarmos, tem uma relação oculta com o significado das coisas.
Evoluir é aprender a vibrar. O que vibra? Se souber os significados dos étimos, ao vibrá-los, experimenta-los é a Ciência ou Sofia dos Mestres. «As chaves» ajudam a saber vibrar. O «som» da língua dos povos foi criado para vibrar a Substância da mente Racial. A alma é essa «substância» que vibra. Cada Língua, por causa do som, faz diferente o modo de pensar. Pensar inglês ou português não é outro modo de falar é outro modo e substância de pensar, é outra musicalidade.
A Língua, uma para cada Raça, foi ensinada pelos Mestres segundo as necessidades de desenvolvimento da Substância (vibrações, som) dos nossos veículos. Há três Raças físicas, em teoria, três tipos estruturais de línguas. Quando emitimos um som, fazemos vibrar a substância dos nossos veículos. Os Mestres criaram palavras (Língua) cujo Som é da Qualidade Racial. Se emitir a palavra com a matriz certa, a mente vibra naquela qualidade e número.
Nada tem a ver com as fabulações do materialismo sobre a Origem das Línguas. Elas são: monossilábicas, aglutinantes e flexivas, das três Raças físicas geradas. Uma advertência contra o modo laxista como formam novas palavras e as degradam. As línguas estabelecem a relação Matéria-Substância. Se souber os significados dos étimos, construídos na base de consoantes, em que as vogais são representadas apenas por pontos chamados vocálicos ou massoréticos, desperto a Sabedoria como Poder. Um étimo tem 3 consoantes principais. As diferentes combinações de vogais nas palavras dão todas as definições científicas do étimo de consoantes. Polícia e Palácio são a mesma raiz: P.L.C., relacionada com a justiça. Dêem importância à etimologia das Palavras-símbolo em Sofia. Ao recuperar o Código de Símbolos, sem o qual os textos religiosos são indecifráveis, Liberto um Poder interior, da pérola individual, pérola, P.R.L., como «parole», palavra.
A Sabedoria Efesina recitada no Pai Nosso, uma ”chave” das Leis Divinas da Árvore da Vida, tem a força musical de Verdade apaziguadora das dores e angústias, e tem um efeito reparador das patologias e erros, apesar da dessacralização materialista e ateísta. Platão dizia que muitas verdades só podiam ser ditas por música...! Como podem não saber a base das Línguas? ([1])
F. Pessoa vislumbrou o problema da Língua, se estiverem atentos ao efeito formativo dos sons percebem: «A base da sociabilidade, e portanto da relação permanente entre os indivíduos, é a língua, e é a língua com tudo quanto traz em si e consigo que define e forma a nação», acrescento, do mesmo modo como define a estrutura dos corpos subtis, da alma. A literatura de um país é o melhor indicador do estado de saúde da sua alma. Falar de Religião-Ciência é propor-vos o despertar de Poderes Humanos latentes. Como se diz em My Fair Lady: a Língua é Música; se em vez de música ouvirmos ruídos, as estruturas da mente são deformadas. Para avaliar a bondade de alguém basta ouvir a sua Voz, o seu discurso, a musicalidade. A ruidosa não faz cientistas espirituais, faz surdos, e no psicadélico – faz cegos. Há música popular, mas a maioria é um «ruído selvagem»! O modo como dizemos as palavras gera um campo morfogenético afim.
A Religião-Ciência é também uma aprendizagem dos Étimos, com origem na língua sagrada da 5ª Raça, o Sânscrito, a mãe das línguas modernas, o padrão das línguas com flexões gramaticais. São opostas às línguas: aglutinantes, as da 4ª Raça, línguas em que o mecanismo da formação da palavra é a aglutinação e as palavras podem ser segmentadas numa série de morfemas, por afixos; e línguas de clique, 3ª Raça. Na formação dos grupo de marginais a linguagem, o «calão» que só o grupo percebe. O som destrutivo ao vibrar nos corpos deteriora o corpo físico e os corpos subtis – e incapacita-os para poderem aprender. «E a língua apodrecerá na boca da pessoa», Zac. 14:12. Nem sei o que dizer sobre este desvario.
No crescendo de cedências políticas a Língua Portuguesa pode apodrecer na boca dos que a falam. O som é «formador» de estruturas e conforme os sons assim se processará a Evolução. O 3º Passo do Caminho de Buddha é a “palavra recta”. Quem diria que emitir sons altera os corpos? O subdesenvolvimento do Homo leva a uma linguagem «grosseira». Ao sermos «forçados» a usar tal linguagem deterioramos a aptidão para a Verdade e somos viciados em baixas vibração dos corpos da mente. Os três primeiros passos do Caminho dos Oito Passos de Buddha são: Compreensão Justa, Pensamento Justo e Palavra Justa. É pela palavra que somos seduzidos.
Um dos maus efeitos da democratização é a tendência para falar soez dos que têm corpos «pesados», obscuros. Para comunicar temos de falar como eles ou não há empatia. Isso significa que é um grande perigo democratizar sem ensinar a Língua mãe de modo perfeito. Os maus educadores permissivos não vêem o mal que têm feito, não interessa apenas saber ler e escrever é preciso faze-lo com perfeição e ensinar o modo mais harmonioso de dizer.
A língua é ensinada pelas mães, falando, e ao dar a Substância do Som, a criança aprende e evolui pela língua. Sofia revela-se no Étimo rigoroso! Em Ev. de João 8:31,2: «se permanecerdes na minha palavra, conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará», mas ninguém parece ser sensível a esta Verdade essencial!
O Senhor Buddha deu as três condições para os corpos sintonizarem com a Verdade do Ser: a) capacidade de descrever rigorosamente a Realidade, b) distinguir a palavra de Bem e de Mal; c) pensar de modo justo.
Ser livre de fazer o que apetece, não ser “senhor” do certo e bom para a Vida – é um mundo de «escravidões». Não existe um universo em que por acaso aconteceu o Homo mas há um universo programado para ser Homo. A própria Ciência está a mostrar o Erro Materialista: «a matéria está grávida da vida e a vida grávida do Homem.» Não é uma frase religiosa, é de um livro de Ciência.
O Homo não descendeu dos grandes antropóides com os quais tem uma identidade genética diferente dos símios), foi ensinado que esses antropóides próximos do Homo foram um erro do próprio Homo. ([2])
Há uma gestação do Homo em cinco Raças, desde a Era Primária e ficou completo na 3ª Raça, no Cretáceo da Era Secundária quando apareceram as flores: a divisão sexual. Os Continentes das Raças que ainda não eram físicas densas, depois se densificaram a partir da metade da 3ª Raça, no 3º Continente mãe. A Verdade dos Mestres é uma blasfémia para a Ciência materialista.


[1] Para decifrar o símbolo pérola, estudar a ostra, um molusco «hermafrodita», tetrabranquiado (tetra, quaternário que assegura as funções vitais; a personalidade é um quaternário; para alcançar a pérola tem de matar o eu separado); a forma da concha, é analógica da concavidade do ouvido, Som, Espírito Santo, o pólo material ou do Som... O Homo é o hermafrodita divino. Ostracismo – vocábulo que significa o exilado – o Homo é exilado no Mundo inferior para evoluir num Ciclo de Necessidade. Na Grécia, a assembleia do povo podia exilar e os votos eram escritos em «cascas de ostra». Associam vieira, do Latim «veneria», ao sensual. Em Persa, «pérola» é kor, coração. O corpo tem uma analogia, pormenorizada no livro: a concha dos bivalves que têm dentro as substâncias da alma e o «Homo interior», a pérola. O Lat. «Valvæ» é duas meias portas de Jano que se abrem – porta Temporal/Espiritual.
[2] Gratiole estudou o crânio e as suas cavidades: ele aumenta com o crescimento individual. O intelecto do Homo aumenta com a idade mas os ossos faciais e os maxilares diminuem. Nos antropóide é o inverso, o lado animal (mandíbulas) aumenta com a idade e o cérebro vai sendo empurrado para trás e atrofiado. Os antropóides jovens são mais inteligentes que os adultos! O desenvolvimento tem de ser equilibrado e começar muito cedo.

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