quarta-feira, 29 de abril de 2020

Os fantasmas da Atlântida vivem no inconsciente


Não discuto se acreditam, já não estamos em idade de crenças e de enigmas por opiniões, sim por Ciência. Opiniões científicas sem dados objectivos suficientes, são opiniões dilatórias, corruptoras. As referência exactas necessárias são da Ciência dos Mestres. O darwinismo é a má Ciência por falta de dados. Nem os vinte elementos da Neotenia, aparecer primeiro no Homo os caracteres dos primatas inferiores, vos acorda para o ensino dos Mestres: o Homo veio primeiro. ([i])
O Homo é completo desde a Era Secundária e foi precedido do pré-Homo Quântico, que lhe antecedeu, de idade imemorial. Ao contrário do que a Ciência materialista afirma, a sua mente não inclui apenas as forças da sua experiência individual e colectiva desta vida, mas também uma experiência positiva e negativa, a maioria dela traumatizante, do passado, além da esperança do futuro já vivo!
Viver é encontrar um equilíbrio de um movimento que vai dum princípio para um fim de Perfeição. Quando tiverem essa experiência, compreendem que posso encontrar em mim mesmo, em «viagem» no tempo, a cura mágica de uma doença regredindo ao tempo primordial de saúde. Cada Homo tem em si uma experiência de vida dos seis Reinos em que evoluiu, antes de ter vindo para a Terra. A Hierarquia de Compaixão instalou-se na Terra no ano 18 616. 839 AC. A confirmar. Antes havia Mestres herdados da Vida Lunar que criaram o pré Homo.
Psicólogos como Jane Roberts (Seth), dizem: “A estrutura reencarnacionista é psicológica.” (…) “A distância entre uma vida e outra é psicológica e não em termos de anos ou séculos.” (…) “Em certas vidas, ou certos acontecimentos da vida actual pode não haver vontade de os encarar ou admitir.” O predomínio da nossa experiência é doloroso e, no confronto com a autoridade das Leis Divinas, usamos os mecanismos defensivos dos recalques: «não quero ver, nem que me façam ver»
Os talentos da mente são talentos dos corpos da alma, que não é Espírito (esse não evolui) mas Substâncias de veículos, com e sem forma, ou seja, de Forças Materiais Inteligentes. Não há um Criador no Universo mas há Hierarquias Criadoras. Ab initio, após a manifestação polar – Matéria e Consciência; Sujeito e Objecto –, a Cruz da Diferenciação Primária, há uma manifestação trinitária – as Três Sabedorias – reveladas através de Sete Raios Divinos. Tudo o que existe tem uma base Septenária, os átomos, as Sete Qualidades Fundamentais a que cada um dos Seres pertence. O Erro e Mal é «não quererem ver».
O Homem é a 4ª Hierarquia Criadora, tem um valor decisivo na harmonia entre Consciência e Matéria. Tudo na Natureza e os fenómenos naturais são «vivos» e gerados pela combinação das forças de duas linhagens de Seres de Sete Reinos: a linhagem Angelical e a linhagem Humana.
O passado é tão vivo como o futuro. Pôr os homens em contacto com o Passado é abrir a porta aos «ventos e tempestades» e ser lesivo se não houver talentos para o neutralizar pelo Futuro. Um dos bloqueios comuns do inconsciente é admitir a Evolução e negar que a entidade em evolução tenha de passar por formas e vidas cada vez mais aperfeiçoadas, a necessidade de «renascer» e de «recapitular» em cada nova vida.
A preexistência e o renascer é a consequência óbvia da Evolução, e foi ensinada em todos os tempos. Na maioria das tradições dos povos – Animismo, Taoísmo, Shintoísmo, Hinduísmo, Buddhismo, Kabalismo, Sufis, Místicos cristãos – se ensina a reencarnação. Ignora a reencarnação a minoria ocidental da tradição Judaico-Cristã, mesmo assim só uma parte porque os Cabalistas Judaicos e os místicos Cristãos sempre a souberam. É um longo período de trevas na sequência de uma crise da antiga cultura Grega e Egípcia. Alguns confundem trocas de substâncias dos corpos, «Metempsicose», com reencarnações do «Ego»
A Idade de trevas dos igrejismos Cristãos é uma patologia que prolongou o «complexo Atlântida», alterações estruturais da mente, que perturbam a investigação científica na Antropologia, Etnologia, Biologia, etc. O séc. XII foi a Idade com melhor qualidade de vida a da Fundação de Portugal. Então por que foi uma Idade de Trevas? Por ser de Qualidade Ética mas sem Conhecimento. As grandes trevas pós Idade Média, agravaram quando o poder igrejista, político, etc., abusou do aliciamento mediático pela imagem, a infracção do 2º Mandamento.
Antes do Cristianismo, já havia uma crise de valores espirituais no Ocidente e uma ruptura com a Tradição «Smriti». As classes educadas tinham perdido as «chaves» de Conhecimento. Os ressurgimentos Pitagóricos, Platónicos, Estóicos e Neoplatónicos não conseguiram evitar os medos e violências inconscientes.
O erro é desejado, a Verdade, as Leis não são. Antropólogos Portugueses descreveram que, no início do séc. XX, as gentes das Beiras, nas suas rezas antes de adormecer, pediam protecção contra os entes malignos que tinham sido afundados no último cataclismo da Atlântida que, por ter sido no Atlântico, em frente de Portugal, deve ter sofrido grandes impactos do horrendo cataclismo que matou quase toda a Vida, por tsunamis e meses de escuridão total provocada na atmosfera por gigantescas e densas massas de pós e fumos. Séculos depois, o povo rezava todas as noites pela protecção, para não ser atacado durante o sono pelos poderes malignos, sem vida física mas vivos no plano Astral onde dominam! Os Mestres tiveram de bloquear no Homo o acesso ao Astral, como «defesa». Cada vez são mais raros os fenómenos «poltergeist», e o mediúnico é desaconselhado sem que várias medidas protectoras sejam instituídas.
O passado não está morto, está vivo e activo como nesse mesmo dia, e cada um vai ter de o enfrentar tal como o produziu! A Verdade das pérolas que dá vida e poder aos que preservam a exactidão e o bem, quando é decomposta, tem um efeito letal! A história da Atlântida não é a história de um continente perdido é a história de um mal tão terrível que originou cataclismos sucessivos em toda a vida, quase extinta e regenerada várias vezes. Milhões de anos depois está lá tudo vivo.
A Maldade fez da Atlântida um recalque e a interdição de ensinar Ciência Espiritual. É a demonstração das forças poderosas geradas nessa Era longínqua, que assombraram a mente, e vivem no inconsciente. A literatura contra Mandamentos, intenções dos Mestres, etc., é de poderes vivos e maléficos contrários à Verdade e à Imagem Divina. Dentro de certos limites, sou senhor do passado e do futuro; posso ajustá-los sempre que houver necessidade. Ainda hoje é mau falar na Atlântida porque desperta poderes malignos que o Homem Atlante gerou. Não é por acaso que há muitos livros sobre a Atlântida. A História é escrita para satisfazer necessidades da mente. Um período tão negro para o Homo, disturba.
Os psicólogos do grupo Jung verificaram a existência no inconsciente individual e colectivo de muitos elementos da simbologia esotérica e mítica relacionados com o passado da mente humana, que existe na Terra desde o início da vida. Um meio de avaliar a conflitualidade do inconsciente é analisar o tipo de questões que as pessoas formulam ou os tipos de dificuldades que levantam. O inconsciente tumultuoso, não podendo aceitar certos conceitos e vendo que eles são verdade, refugia-se em mecanismos defensivos, «discussões» formais, irrelevantes para a realidade que procura conhecer, amnésias, etc.
As religiões ocidentais, ao negarem a Evolução e Reencarnação erram. O universo e as criaturas evoluem em Ciclos ou Ritmos (5ª Lei), pela «recapitulação». Falam em ressurreição, renascimento, preexistência, transmigração da alma, metempsicose, palingenesia e outros étimos que exprimem facetas do fenómeno.
«O fim de toda a carne é vindo perante a minha face» (a face de Deus é a separação entre os Mundos Divino, Espiritual e Temporal; «porque a terra está cheia de violência; eu os desfarei como terra. E esteve o dilúvio 40 dias sobre a terra...» «expirou toda a carne que se movia sobre a terra...» «e soltou um corvo... depois soltou uma pomba, a ver se as águas tinham minguado... e voltou com um ramo de oliveira.» Todos estes Símbolos são de grande rigor, se os aprender.
Os medos e superstições, devidos à pressão de Forças que obrigam a evoluir, são avassaladores: «ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu (sem corpos, sem mente individual) e escondi-me.» «Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?» «A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore e comi.» Diz o Génesis.
A Substância de conhecer, de evoluir, é a base de Sofia, o pólo feminino da Manifestação! «E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente: esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar.» A mulher é o pólo de (Ciência), Conhecimento e da sedução das coisas materiais – «ferir o calcanhar» – do Gr. Chalcous é o muito denso, o físico denso; e é o meridiano dos órgãos sexuais. Se o Mestre lava os pés do discípulo liberta-o do sexo. «Destruirei da face da Terra o Homem que criei... a terra estava corrompida diante da face de Deus: e encheu-se a terra de violência.» O calcanhar (de Aquiles) é o ponto frágil do excesso de denso. No Mito do V Império caiem pelos pés! Gostam de Cristo a lavar os pés ao Discípulos; e se fosse magia da libertação do Sexo? Duma coisa tão boa?
Platão aprendeu com os sacerdotes Egípcios que tinha havido um último afundamento da Atlântida há cerca de 12 mil anos da data presente. Foi confirmado pelos Mestres e pelos capazes de fazerem uma investigação no tempo passado; tratou-se do afundamento, no Atlântico Norte, em frente de Portugal e ao Norte dele, da Ilha Poseidónis, um resto do continente de todo o Atlântico, que ligava a África e América, diferentes do que hoje eles são. Foi afundado em anteriores cataclismos da Era Quaternária. Os Açores são marcas desse acidente. ([ii])


Esta citação é o exemplo do modo vulgar de desinformação, numa cultura sem Verdade. Platão descreveu, em relação à Mitologia Grega, a Antropogénese tal como aconteceu e os religiosos e darwinistas ignoram. Não é possível compreender o significado da Atlântida como mãe geológica da 4ª Raça-Raiz, de índios, e sub-raças amarelas antigas, e da fuga para o Egipto da classe educada e dos Mestres desse continente cuja malignidade obrigou a Hierarquia a deixá-lo afundar-se cortando as suas ligações com o centro Sagrado dos Himalaias que dirige o mundo. Apesar do Homem ter tomado forma física na Era da 3ª Raça, chamada Lemuriana, a Raça de Pangeia, desse Continente único que depois se dividiu. O poder que o densificou separou os sexos e proporcionou que o Homem fosse dotado de mental que fez a ligação entre a Personalidade e Eu Superior. A divisão dos sexos e dos continentes é parte do mesmo acto cósmico!
Houve até agora cinco Raças, cinco Eras Geológicas. Das físicas densas só há três Raças, três tipos de Línguas. Antes, viveram nos Planos subtis, três Raças muito poderosas, com formas que causariam pasmo a quem estiver viciado nos fósseis do darwinismo. O Homem começou por ser uma «imagem» Divina, de Pais Divinos e é sobre esta «imagem» nomeada, criada, formada e gerada do Quaternário, personalidade, que ele se reveste de corpos com forma. O «pecado» dos Atlantes não se entende sem o associarem à descrição de Platão, no Banquete. ([iii])  
Eros, o poder construtor de formas por Amor, é referido por Platão no Homo antes de ser completo nos seus Três mundos de consciência. Cito alguns extractos de outras descrições, sobretudo da Doutrina Secreta, de HPB. Platão conhecia que o Homem inicial era uma Roda de 50 metros, uma célula gigantesca que se reproduzia por Cissiparidade, divisão ao meio. Leiam na Bíblia uma referência equivalente, em Ezequiel. A divisão dos sexos por Amor, necessidade do outro, e a ligação entre os dois mentais, superior e inferior, Ego inferior e Ego superior, o Senhor, são contemporâneas. A divisão dos sexos foi no período Atlante da 3ª Raça.
A evolução das Raças e os seus Continentes mães é complexa, mas necessária para explicar porque a Atlântida foi afundada por incompreensão do significado do Amor, um pouco como hoje está a acontecer em que o amor é sexo. O sexo é um efeito do Amor mas não é o Amor holístico. Se esteve atento ao conceito de «vidas ardentes»,fiery lives, os seres elementares da gestação do Homem, vê que o binómio Eros e Tanatos, morte, são a raiz da Vida e revela-se por «amor-ódio».
Eros, diz Platão, é «de todos os deuses, o mais filantrópico, o protector dos humanos e médico de males que, se fossem curados, resultaria daí a mais perfeita felicidade para a raça dos homens.» «Mas devo em primeiro lugar falar-vos da natureza humana e das suas paixões. Com efeito, a nossa natureza original não era o que é hoje, longe disso. A princípio havia três géneros entre os homens, e não dois, como hoje, o masculino e o feminino; um terceiro era composto dos outros dois: o seu nome subsistiu, mas a coisa desapareceu; então, o andrógino verdadeiro, em espécie e nome, reunia em um único ser o princípio macho e o princípio fêmea; agora já não é assim e só o nome ficou, como injúria. Antes, cada Homem tinha a forma de uma esfera, com as costas e as costelas em arco, quatro mãos, outras tantas pernas e duas faces ligadas a um pescoço arredondado, absolutamente idênticas; para essas duas faces opostas, um único crânio, mas quatro orelhas, as partes genitais duplicadas e tudo o resto que se possa imaginar, sobre o mesmo modelo. O nosso Homem podia passear por onde queria como hoje, em posição erecta; e quando sentia a necessidade de correr, procedia como os nossos equilibristas que fazem a grande roda atirando as pernas para o ar: graças aos oito membros em que se apoiavam, avançavam velozmente, rolando. Se havia três géneros, e tais como eu disse, era porque o primeiro, o macho, era originariamente filho do Sol, o segundo, fêmea, extraído da Terra, e o terceiro, participante dos dois, da Lua, porque a Lua tem essa dupla participação.» A Raça de homens Andróginos formados no Éden, de tão poderosos, ousaram enfrentar os deuses seus Pais.
«Como disse, tinham uma forma esférica e deslocavam-se circularmente, de acordo com a sua origem; daí derivam também a sua força e o seu vigor. Tendo então concebido pensamentos de orgulho, empreenderam contra os deuses... não havia meios de os matar»... e Zeus decidiu: «há um meio para que continue a haver homens e para que, tornados menos fortes, estes fiquem libertos do seu desrespeito; vou cortar cada um deles em dois ficarão mais fracos e, ao mesmo tempo, aumentando o seu número, ser-nos-ão mais úteis; dois membros bastar-lhes-ão para caminhar; e, se reincidirem na impudência, cortá-los-ei de novo em dois, de modo que terão de andar a pé-coxinho. Zeus cortou o Homem em dois... como se corta o ovo cozido com um cabelo. Cada um assim dividido, ordenou a Apolo que lhe voltasse o rosto e a metade do pescoço para o lado do corte... Uma vez realizada esta divisão de natureza primitiva, eis que cada metade, desejando a outra, a procurava; e os pares, estendendo os braços, agarrando-se no desejo de se reunirem, morriam de fome e também de preguiça, porquanto não queriam fazer nada no estado de separação... Compadecido, Zeus imagina então um meio: desloca os seus sexos e põe-nos para a frente – até aí tinham-nos atrás, procriando-se e reproduzindo-se não graças uns aos outros, mas na terra, como fazem as cigarras. Realizou, portanto, essa deslocação para a frente, que lhes permitiu reproduzirem-se entre si, por penetração do macho na fêmea... Cada um de nós é, portanto, como um sinal de reconhecimento, a metade de uma peça, visto que nos cortaram, como as solhas, em duas partes; e cada um vai procurando a outra metade da sua peça então, todos os homens que provinham da espécie total, do que chamavam o andrógino, amam as mulheres... As mulheres que saíram da divisão de uma mulher primitiva, não prestam espontaneamente atenção aos homens, antes se voltam para outras mulheres... todos os que provêm da divisão de um macho puro, esses perseguem o macho...» A doutrina não ensina, deste modo, a evolução do sexos.
«Quanto ao futuro, se mantivermos a devoção aos deuses, dá-nos a esperança superior de uma restituição da nossa natureza original, de uma cura que nos proporcionará a felicidade e a alegria.» A androginia a alcançar é na Mente!
«Havia criatura humanas com quatro braços, naqueles dias de macho-fêmea (hermafroditas), com uma cabeça e três olhos. Podiam ver para trás e para diante. (...) A declaração de que os últimos hermafroditas da humanidade tinham quatro braços decifra a representação dos ídolos e dos deuses exotéricos da Índia. Na Acrópole de Argos havia um xoanon (estátua de madeira)» (...) «(atribuída a Dédalo) que representava um colosso de três olhos, consagrado a Zeus Triópis (3 olhos). A cabeça do deus tinha dois olhos na face e um no vértex ou fronte. É a mais arcaica das estátuas antigas». Comentário Arcaico da Doutrina Secreta.
Na Biologia vêem todas as fases e formas do Homo que veio do unicelular, divisão por partenogénese, para reprodução por gemulação, esporos, ovos e, finalmente, vivíparos. Se vir com olhos espirituais a Evolução percebe como o Poder do Homo depende da ligação do feminino e masculino, no aspecto biológico, ético, social, espiritual. 




Para reconstituir o seu poder evolutivo o Homo tem de unir as duas partes, masculina e feminina, não só para efeitos de reprodução mas também, a inteligência dos Sete Corpos. A união estável recupera a Unidade do Ser.


[i]     Rosine Chandebois. Para Acabar com o Darwinismo. CL 1996
[ii]     Lubélia Travassos (Açores). O Mistério da Atlântida e da Lemúria. Ed. Pergaminho. As muitas controvérsias sobre esta temática.
[iii]    Platão. O Banquete. Pub. Europa-América, cap. V e VI.

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