sábado, 4 de janeiro de 2014

ADAM 15. BATALHA PELA PAZ

Ao fazer a comparação da Batalha de Gitâ ensinada por Cristo, Krishna, na noite do início da Idade de Kali Yuga de 17 para 18 de Fevereiro (Signo e Cruz fixa do Aquário) do ano 3102 AC para ganhar a Paz, convencendo um filho do rei que tinha escolhido a vida espiritual e vivia isolado na floresta e se recusou deixar a vida espiritual para afastar indignos candidatos ao Poder, déspotas da sua família, que tinham ocupado o vazio do poder, por morte do pai. Perante uma situação humana de mau uso do Poder político, o discípulo é convidado a deixar o caminho individual em conflito com as necessidades colectivas. Os Deveres de todos são maiores que os individuais. Mesmo no caminho espiritual não é aceitável pela Lei de Karma-Nemesis ter um caminho oposto a necessidades colectivas. Os valores colectivos são superiores aos individuais e não devem gerar conflitos. É pior quando se usa o ardil de valores colectivos para benefício próprio. Têm o dever moral de ter experiência e não propagandear objectivos «sociais» longe da fraternidade universal, como são as egoístas greves políticas. A outra tese em discussão é sobre a legitimidade de uma guerra para defender a Paz. A comparação com as teses revolucionárias da Jihad Islâmica se afigura que a verdadeira Jihad santa, apesar dos erros conhecidos, é a Americana.
Repito: ensinei a fazer a História Integral ou Holista, que comprova a existência de Ciclos das Sete Qualidades Divinas ao cronómetro, porque a História oficial sofre de manipulações das centrais de informação e domínio da mente humana por alteração do significado dos acontecimentos, etimologias, objectivos da vida, etc. Não quero ser comparado a qualquer outra orientação propagandeada que confunde em vez de esclarecer. Comprovei que cada historiador pode demonstrar na sua área que Deus existe, se o estudante se libertar do «sistema» que manda obscurecer através de “centrais de informação”. A conquista de mercados, interesses na exploração de recursos naturais deixando os pobres mais pobres, incultos e outras mazelas de bandeiras políticas abomináveis, que mascaram interesses especulativos dos poderosos, incluindo o erro espiritual que foi o aproveitamento político das angustiantes necessidades culturais Portuguesas. A Infoética é decorativa ninguém gosta. O Darwinismo foi a base para transformar o homo Filho-de-Deus, num animal em luta pela sobrevivência, aqui rebatido.
Os historiadores modernos viram que existiam factos não valorizados pelos Filhos-de-Deus acima das «obscuridades» que presidiram ao Dogmatismo e substituição da Ciência pelo Cientismo. Convinha à Igreja um herói do tipo do Condestável e encobrir a nomeação do Mestres de Avis para Mestre da Ordem de Avis aos sete anos de Idade. Mais espiritual não podia ser e aquilo que vemos na regência de D. João I, antes e depois de ter sido eleito como rei, por votação, levanta questões espirituais que ninguém quer conhecer porque o rei mostrou a superioridade do caminho espiritual, caluniado pela opinião de interesses materiais poderosos. O rei que não era nem ateu, nem laico, manteve a amizade pelo “pequeno” Condestável que usava a armadura da adolescência do Mestre de Avis. O único que viu que o rei D. João I foi o grande transformador da sociedade de crenças e dogmas pela Ordenação Científica Divina foi o Imperador Akbar, do subcontinente Indiano, um século depois.
Para compreender os factos históricos da Reforma Espiritual de D. João I, e o conceito da Batalha pela Paz cito três factos que a nova História mostra: 1) A libertação dos castelos de nobres refugiados em Castela. O alcaide do castelo de Ponte de Lima recusou entregar o castelo para não desonrar a sua palavra. O Condestável de comportamentos radicais, dizia que matar os traidores da pátria era mais fácil e barato, convocou o rei que permitiu o ataque com “engenhos de tiro” mas apenas a onze das dozes torres, aquela aonde estava o alcaide. Essas torres foram incendiadas e mulheres e crianças estavam em risco de morrer. Mandou suspender o ataque e deu ordem para fazerem descer pelas muralhas os que deviam ser protegidos. 2) Portugal foi invadido por Castelhanos, porém traziam uma multidão de refugiados portugueses que deixaram de ser pagos pelos seus «donos». Os sem-abrigo, viviam do saque a populações. Era uma horda de 700 burros que carregava os haveres roubados, mulheres, crianças e prisioneiros. A batalha de Trancoso foi improvisada, o Condestável durante a noite abandonou o rei levando os seus guerreiros porque o rei evitava as guerras. O rei teve de os recuperar e demitir o Condestável. Na época chegaram a Portugal 600 besteiros Ingleses um reforço, na defesa, pagos pelos nobres do Porto. A Ordem de Avis decidiu combater em pé e armadilhou o campo de batalha. Foi um massacre.
As invasões continuaram e o rei teve de as enfrentar em Aljubarrota, mas desta vez a Ordem de Avis aceitou deixar a frente de batalha não armadilhada para evitar tantas mortes. A zona sem protecção foi defendida pelo rei que chefiou a primeira carga de cavalaria, que foi muito treinada. Quando a frente rompeu o inimigo foi rechaçado pelo medo que causou e porque arrasava tudo o que estivesse à sua frente. O rei D. João I foi exímio em tácticas com efeitos psicológicas para pôr o inimigo em fuga. Estive a descrever as batalhas Portuguesas do tipo de Santa Maria da Vitória (pelo Karma-Nemesis) por ser uma batalha para valorizar a Paz e nunca a guerra, exemplificada na filosofia da Batalha de Gitâ que serviu a Cristo para ensinar o seu discípulo Arjuna a defender a Paz.
Com as pirâmides encontradas no mar dos Açores e descoberta de construções com pedras gigantescas demonstra a existência da Atlântida de todo o Atlântico. Afundada por sucessivos dilúvios na Era Quaternária, alguns datados. O último dilúvio da Ilha Poseidónis acima dos Açores foi em 9564 AC.O que os Mestres confirmaram como importante está sempre certo. A minha História Integral Mestra da Vida, que têm ignorado, é a prova.

Humberto Álvares da Costa (Médico)

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