quinta-feira, 26 de setembro de 2013

A2, SENTIMENTOS OU FACTOS. DIVINO E PRIVAÇÃO DE DEUS. BANDEIRAS METAFÍSICAS


As Crises Soberanas são na Alma Temporal ou Natural, do Quaternário, sem acesso à 5ª Quina que é a Redentora, por ruptura entre o Ego inferior (Descartes, Res Extensa temporal) e o Ego superior (Res Cogitans, Espiritual). Nas sociedades da privação de Deus, os sem Deus e sem Alma são tão maus como os Inquisidores. Maior que os padres é o nosso Ego superior Divino. Sem Deus é um absurdo político. Falta-vos Deus em nós!
A Semântica original da Língua Ariana assegura o Destino Espiritual em Sânscrito e línguas derivadas, Latinas, Teutónicas, etc. Para saber interpretar o Real tem de aceder à Alma Humana. Tratar uma doença da Alma com o conhecimento apenas material é uma frustração e animalização. O Homo engloba homens e mulheres, e é Espiritual. Os nórdicos foram chamados «bárbaros» no fim do 2º Ciclo do Império Romano, pouco Sentimentais. Os Portugueses, com Alma de Sentimentos Divinos, foram destruídos pelos poderes económicos e financeiros. O Povo está intoxicado pelos políticos sem Deus e sem Futuro. Quando quiser saber a melhor solução para qualquer problema, consulte a História Holista de Portugal que ensina a fazer por Temperança Espiritual. Há diferença psicológica entre Austeridade nórdica de Severidade, Rigorismo, Rispidez, Inflexibilidade, e Temperança Latina de Moderação, Continência, Parcimónia. Os Povos da Europa são de duas Sub-raças distintas.
Historicamente, o Imperador Constantino apoderou-se da Religião Cristã a conquista do poder político e adulterou o curso da Idade de Jesus. A Igreja deixou de ser de Cristo, foi de politizados. No Pai-nosso encontra o conjunto das X Ordenações dos Arianos; tudo o que dizem nas «manifas» dos sem alma espiritual é contrário às Ordenações Divinas. Falhámos a via da Fraternidade, de distribuição justa dos recursos, preservando as boas acima do miserabilismo. O Filho-de-Deus de Amor não se converta em sexual e «teres». O rico só não passa pela entrada espiritual da agulha se usar a riqueza para fins pessoais e não de progresso social.  
AS CINCO PRIMEIRAS BANDEIRAS DE PORTUGAL, DAS OITO, SÃO DE CIÊNCIA ESPIRITUAL PERFEITA
A Ciência, Filosofia e Religiões permitiram fazer um País e uma Nação Espiritualmente avançada, em relação a outras Europeias, deu à Humanidade bons frutos. Quando os Aborígenes passaram a dominar na Cultura Portuguesa a quebra Cultural levou-nos a ser a pátria dos apátridas. Não se justifica explanar as causas políticas perversas da revolução do Estado Novo. Se quer alavancar a sua vida acima da Idade frénica, de neuro péptidos comportamentais dos MDI, mecanismos desencadeadores inatos, tem de abrir-se aos três modos de pensar.
Portugal foi pioneiro das Misericórdias. O nome é bom se não for comiseração, lástima, dós, mas Piedades no sentindo de cumprimento de Deveres Sagrados. Ver o conceito religioso de mester. Depois de assimilarem a História Integral Portuguesa voltem ao Evolucionismo Ético, Fraterno. Enquanto não aprenderem a ser Completos, Holistas, têm um Conhecimento limitado, «coisificado». O número de Párias aumentou exageradamente. Pela História Integral à luz dos Ciclos Siderais da Idade Espiritual de Platão (2156 anosx12), relação com os Ciclos da Eclíptica, introduzi a História dos Ciclos das Sete Energias Divinas, Libertadora, Purificadora (respeitos).
O trabalho justo do rei D. João I, premiou os méritos e libertou o País explorado, sujeito à estranja, como ainda é hoje, nome soez para pedirem perdão. Viver bem é saber viver com os recursos obrigatórios para não ter de trabalhar para gastos excessivos. Os «lucros imorais» não são Sabedoria mas falta dela. No tempo de D. João I a Casa dos 24, Mesteirais, determinava o preço justo e a capacidade profissional e científica dos profissionais.
A sucessão das Bandeiras de Portugal é a dos Dharmas, Obrigações, não do cego espiritual sem valores. Os Portugueses são guiados por Sentimentos, Emoções de Vontade Divina. Se querem governar Portugueses convertam a Ciência em Sentimentos, não o invés. Os Portugueses cumprem Temperanças. Diga ao Mundo como os Portugueses defenderam a Nacionalidade à beira da extinção, por vícios de uma rainha devassa, em 1383-85, a crise do rei D. Fernando e da rainha aleivosa, do cerco Castelhano a Lisboa e Aljubarrota salva pelo rei D. João I, na 1ª carga de cavalaria da história militar. A História de Portugal é no tempo dos dois Ciclos major, Ciclo do 6º Raio Devoto e 5º Raio da Ciência Objectiva. Foi atribuída aos Portugueses a História Holista das Sete Energias.
Sem Teoremas, de teor, qualidades, conteúdos, propriedades, regras, Respeitos o Cientismo substitui a Sabedoria. Para sobreviver D. João I teve de nacionalizar os cavalos para a defesa, metade dos cavaleiros não tinha cavalo, multiplicar os burros para transporte, juntas de bois para trabalho de tractor, importação de favas para suprir falta de cereais para as pessoas e animais. Na Dinastia Joanina, as transformações políticas, sociais, científicas, filosóficas foram profundas, inteligentes, mudaram a Vida em Portugal e, por reflexão, no mundo.
Hoje sabemos a importância do lobo frontal no discernimento, a invasão emocional que o bloqueia, a importância do núcleo amigdalino e da localização dos Sentimentos na proximidade do córtex das Emoções. Significa que a via dos Sentimentos e do Discernimento é uma hipótese para evitar a «paralisia frontal» por «inundações pré-frontais, emocionais, cataclísmicas». As técnicas de Yoga da Vontade e da Sabedoria continuam a ser as mais científicas e obrigatórias, mesmo que seja com outros nomes para excluir «invasões» religiosas de crenças.

Humberto Álvares da Costa (Médico)

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