sexta-feira, 5 de abril de 2013

HD, 15. Jihad. Cântico.Terrorismo


Quando era jovem, 1928, em tempo de Guerras Mundiais, depois de ter assistido ao desenvolvimento de armas cada vez mais poderosas e mortíferas, vi as tecnologias da aeronáutica e dos porta-aviões com muitos problemas técnicos por resolver até chegarmos à aviação sem piloto, de grande precisão.
Como sabem, na Evolução ensinada pelos Mestres há duas evoluções Quânticas paralelas, a Humana e a das Espécies, que começaram por ser Quânticas, de matéria de Luz antes do Homo ser Atómico denso, no Cretáceo da Era Secundária, no período do Barro, aonde foi dotado de Alma Espiritual e Divina. A Humanidade foi a dadora do Genoma das Espécies. Todos os degraus da Evolução são alcançados pelas Raças-Raiz Humanas. As variações locais por mutações são causas adjuvantes. A Evolução é regida pela revelação daquilo que existe no Genoma humano para ser desenvolvido na Hora própria, exacta. Melhorei muito a minha compreensão dos vários Ciclos que regem o Homo e a Vida relacionada com os astros do Sistema solar. O Homo Quântico é a chave do início e do fim da vida. Era bom darem mais importância ao que lêem nestes documentos feitos para clarificar os Erros e as Verdades introduzidas pelas políticas de libertação de xenofobias por opiniões e palpites, como se disse em documento anterior sobre os XOP’s, que estão a ser um cataclismo universal.
Todos os que foram treinados no Materialismo Científico aprenderam técnicas para comprovar o rigor do Conhecimento material exacto. Há meios de conhecer mais evoluídos, como o dos Mestres capazes de saberem po identificação co a Realidade Material. Os Mestres Divinos são a garantia do Conhecimento exacto. Vivem numa Hierarquia aonde têm acesso à Mente de todos os Integrados nesse grandioso Poder Espiritual chefiado por um Rei Espiritual cedido pela Hierarquia de Vénus, muito mais avançada que a do seu planeta Gémeo, a Terra. Podem estudar esta temática nas obras de Etnologia Antiquíssima traduzidas no século XX.
No contexto desta nova Tradição Espiritual introduzida pelos Mestres Divinos da Terra ou de Vénus começamos a libertar-nos de concepções mesquinhas e a ver os Grandes Acontecimentos com a entrada de Jesus na Hierarquia que é descrita de modo simbólico com o nascimento de Jesus de Nazaré ou Nazar, que significa um Iniciado Espiritual da Estrela de Belém que representa o Rei do Mundo (Melquisedeque na Bíblia), e da Presença dos Três Reis Magos, representantes dos Três Poderes Fundamentais de acesso à Eternidade com as Três Qualificações Simbólicas: Ouro, Incenso e Mirra. A Igreja do Oriente tem razão em celebrar o nascimento Divino de Jesus, no Dia de Reis. Estamos a tentar explicar o Mito de Jesus como Ser Divino admitido na Hierarquia, como outros Seres Divinos. Os relatos existentes são raros e, não tenho qualquer experiência. O leitor tomará a minha abordagem como a interpretação dos Símbolos de um Mito e só o Mito, não o Real.
Como disse em documento anterior, a propósito do Papa Francisco, o perdão dos nossos pecados é um fenómeno que desbloqueia a Evolução. O que é perdoado melhora as capacidades libertadoras da Humanidade e, nesse sentido, se diz que Deus está sempre disponível para perdoar, porque o perdão não é só individual mas para toda a Humanidade que por méritos de alguém alivia o fardo de Karma-Nemesis da Humanidade. Recordo os Quatro fardos do camelo da regência do Reino, da capa do rei D. João I. Caso tenham esquecido o rei D. João I negou a validade da Magna Carta Libertatum (de 1215) e ensinou que o Homo era regido pelos X Deveres das Ordenações, religiosas, acrescento eu, para ser mais universal, elucidativo.
O teólogo Jesuíta Vaz Pinto num programa da TV sobre o Papa Francisco e a sua contestação aos excessos, disse uma frase que parece simples ou dogmática mas tem muitos significados: Marx dizia que a Religião era o ópio do povo mas a mim (Vaz Pinto) me parece que o ópio do povo é o Consumismo. Na Educação Espiritual Portuguesa as regras eram muito semelhantes às conventuais: habituar as crianças a serem tão moderadas nas suas necessidades pessoais, eu diria tão «espartanas», no bom sentido, que viviam sem castigarem a Família com gastos supérfluos. Provavelmente, fui o último a ter uma Educação Espiritual e faço, com simplicidade, o que os outros acham «punitivo». O mundo, no último Ciclo da Idade de Jesus, viveu o Ciclo do 7º Raio, 1636-1944, que correspondeu a abundância de bens de consumo e a crítica feroz às práticas religiosas. O que nos torna ébrios de coisas e de prazeres foi a perseguição política materialista ao Homo Espiritual. O erro de Marx foi muito maior que o de Darwin que procurou a todo o custo libertar.se dos seus correligionários.
Os psiquiatras defendem que vive bem quem satisfizer todas as suas necessidades sexuais, sensuais, alimentares, etc. O que caracteriza a má pobreza é a incapacidade dos proletários para viverem modestamente. A crise materialista moderna é causada pela abolição das Ordenações Religiosas Universais, «marketing» activista gerador de desejos insaciáveis, hábitos de revolução e terrorismo social protegidos pelos partidos políticos, qual deles o mais radical ou indulgente a actividades criminosas. Quando se fala na Pobreza Franciscana de Ebionitas (pobres para se elevarem aos bens espirituais) todos ficam de mão estendida para ver quanto cabe a cada um. Querem ser ricos mas não pagar os custos da riqueza. Os políticos da revolta social que prometem a abundância descobriram que podiam ganhar votos pedindo dinheiro emprestado, sem verem que tinham de o pagar e os justos crescem pelas técnicas dos agiotas que exploram os desejos de posses.
Humberto Álvares da Costa (Médico)

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