terça-feira, 9 de outubro de 2012


EINSTEIN

Ciência e Religião

Einstein era físico e eu sou médico mas temos uma matriz psicológica comum, somos teósofos da Fraternidade Universal, da Unidade das Religiões, da Sabedoria Divina como Ciência, Filosofia Perene e Religiões, das Religiões complementares uma das outras e não inimigas e xenófobas. Vivemos num Universo de Sete Leis ou X Ordenações. Em tudo estamos treinados para ver a Evolução e nunca a Revolução que não é uma maneira apropriada de resolver as dificuldades e insuficiências. Nunca tive interesse em saber o que dizia Einstein; conheço o ensino original dos Mestres e sigo-o. Como a humanidade vive de ideologias de falsos testemunhos e da supremacia do mais forte todos vivem por palavras-de-ordem em sistemas democráticos que não conduzem à Libertação e Perfeição. Escolhi um livro dirigista de Max Jenner, Einstein and Religion, publicado pela Universidade de Princeton, New Jeersey, 1999.

Como médico, o meu Dever profissional é compatibilizar a investigação científica materialista com a Ciência Espiritual dos Mestres ensinada nas Religiões. Muitos de vós sois prisioneiros da ideia que não sabemos e temos de descobrir. Não é Verdade. Tudo o que precisamos de Saber foi ensinado pelos nossos Pais Divinos e de nada nos serve se não formos capazes de compreender os Mestres da Sabedoria que pertencem à Hierarquia de Compaixão, de origem Venusiana. Ela veio para a Terra para nos dar a Alma Espiritual e o Espírito Divino há 18,6 milhões de anos, no período Cretáceo. A contagem do tempo é verdadeira, a vossa é muito exagerada. Pertencem a esta Hierarquia os Seres mais Perfeitos da nossa Humanidade, Buddha, Cristo e outros dos Sete Raios da Evolução. São perfeitos em uma das Sete Qualidades Divinas. Se o Conhecimento for reduzido ao corpo físico dos Cinco Sentidos há duas hipóteses, se estudar apenas a realidade física acerta sempre. Porém, o Homo é Cinco Quinas, Cinco Corpos, se virem apenas o corpo físico e disserem que não há nada superior ao Físico estão a cometer erros fundamentais que pervertem o Conhecimento. Sabeis pouco e mal, em relação às doutrinas analógicas ensinadas. Este livro sobre Einstein mostra com somos condicionados. O físico nuclear nasceu numa comunidade Judaica no Sul da Alemanha. Um rei anormal Português, D. Manuel I, 1495-1521, resolver mandar para a fogueira os Judeus, a Europa aderira ao anti-semitismo, os Portugueses voltaram a ser escravos da Europa da violência religiosa contra Portugal Espiritual, negando os Princípios Espiritual heterodoxos isto é opostas às crenças dos fanáticos Europeus. Lembro que Aljubarrota não foi só um diferendo Ibérico mas de Portugal Livre contra a Europa ideológica. O exército que atacou os Portugueses em Aljubarrota foi a cavalaria Francesa e foi derrotada em nome da Liberdade de Ser aquilo que cada um de nós gosta de Ser. Portugal não foi da Revolução mas Evolução, não foi de direitos humanos, inexistentes, da Magna Carta, mas de Deveres Divinos das X Ordenações nomeadamente o Pai-nosso, para simplificar a Mensagem.

O livro ensinou-me uma verdade que o Cientismo materialista oculta. Se o Homo Evolutivo são Cinco Quina, cinco Corpos a vossa Ciência se aplica apenas ao Físico, atómico, um corpo. As outras Quinas são do Éden, dos Planos Quânticos de Luz. Porque entenderam que Einstein teria de ser escravo de Religiões o incomodaram com perguntas alheias à sua vida. Era Judeu tinha a carga de xenofobia religiosa. A Alemanha ia adoptar o anti-semitismo e Einstein, que estudou em escola cristã, foi acusado pelo professor de que as suas unhas foram as que crucificaram Cristo. O professor pré Hitleriano não podia saber que houve dois Jesus-Cristo: o nascido em 102 AC pela Idade dos Milénios, o 4º Milénio, no tempo do rei Janeu, e o mataram com os seus discípulos numa das intifadas Palestinas. O outro foi Jesus-Cristo uma imagem densificada a partir dos corpos de Luz. Para crucificar Jesus que tinha a espinhosa missão de unificar as Religiões foi impossível. A Mente humana não tem substâncias nem estruturas para reconhecer a Verdade. Os que praticam a Fraternidade Universal e mostram a Unidade do Ensino Religioso têm uma mente aberta. O poderoso Jesus não conseguiu. O Humberto sabe que a humanidade de consumismo de pessoas e bens não pode ser libertada, tem mente grosseira de escravo sem Moral e Ética.

O autor do livro sobre Einstein não viu que Einstein estudava a Doutrina Secreta, o livro composto por Helena P. Blavatsky sob a orientação dos Mestres da Hierarquia. Tinha-o na sua secretária e aconselhava-o aos seus amigos íntimos. Há duas humanidades, a vulgar das crenças e partidos políticos e a sociedade do Homo Liberto de ideologias. Quando aparece um arrogante a dizer que ele é cientista, não é. Na realidade é um Homo perigosos, defensor dos clichés impostos pela comunicação social, não pensa, papagueia. Como Einstein era Judeu, se assumiu que devia seguir o Judaísmo; ele vinha de uma família Judaica que não cumpria os ritos do Judaísmo. Sempre o atormentaram como um dos que tinha crucificado Jesus-Cristo. Teria de eleger o filósofo Espinosa, da família Judaica dos que o arrogante rei D. Manuel I mandou para a fogueira antes de estar oficializada a Inquisição, que outro rei infeliz, D. João III, 1521-1557, pediu ao Papa para sermos «Europeus» e veio, em 1536 uma data de ódio. Einstein estudou isolado para não ser agredido e não viu que os Mestres ensinaram que o Homo viveu no Éden 311 milhões de anos em que deu o seu Genoma às Espécies e teve corpo biológico na 3ª Raça-raiz,há 8,6 milhões de anos. Para Einstein foi difícil articular a Teoria da Relatividade com a Quântica; a indecisão ficou cara! O que muda tudo foi o Homo ter sido apenas Quântico 311 milhões de anos, sem corpo físico.

Humberto Álvares da Costa (Médico)

(Continua)

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