quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

JESUS, DOIS SERES E DUAS VIDAS: BIOLÓGICA E IMAGEM


Jesus hífen Cristo é Jesus, 6º Raio, e Cristo mestre de Jesus, 2º Raio


Cristo é severo, o Dever vem primeiro. Nunca adverte por pecados, mas por falta de cumprimento do Dever. O Homo pode deixar de responder à sua Identidade Divina, por má vida. Deus vivo é o Homo habitado pelo Ser Divino, os animais não. Na Bíblia é Seth, 3º filho de Eva, de filhos e filhas, antes era Andrógino. Os Mestres têm corpos físicos não iguais aos nossos, retirados antes da divisão sexual de Seth, 3º filho de Eva, do Homo de sexos separados.
No Cristianismo a necessidade de comer o outro foi ritualizada em comer o corpo e beber o sangue de Cristo na Eucaristia. Foi a Magia de Cristo para o predador não comer os mais fracos. Jesus teve duas manifestações na Palestina. Os primeiros concílios da Igreja debateram o intrigante Docetismo. Nas Descobertas Portuguesas entrámos na Renascença sensual do 5º Raio em 1482. Chegaram à Índia, em 1498, falhámos a Demanda do rei Divino dos Justos.
Jesus biológico nasceu em Lida, Lud, 102 AC, arredores de Telavive moderna, zona do aeroporto, no 4º Milénio do Yuga. Jesus foi coevo de César no reinado do rei Janeu, 103 AC-76 AC. Foi Mestre da Escola dos Essénios Ebionitas. É Eterno! Quando o rei Janeu da Palestina morreu, tinha Jesus biológico 26 Anos, a rainha Salomé na xenofobia contra Essénios levou ao Massacre dos Inocentes, Jesus e os discípulos de Jesus. A chacina começou em 76 AC (?), diáspora dos Essénios. A Humanidade degradou a herança espiritual.

Em 63 AC., Pompeu tenta pacificar a Palestina. Em 60 AC, Qumran está inactivo. Jesus teve uma nova vida como Imagem, Doceta, em Grego. Foi o do Calendário, com um erro de 4 a 6 Anos. Os Romanos reconstruíram Lida e nomearam-na Dióspolis, cidade de Deus. Telavive foi a cidade natal de Jesus biológico. Chamava-se então Lida, Lud. No Mito fizeram nascer Jesus em Nazaré, referência aos Nazares, Perfeitos, corpos de luz. Muitos concluíram que Jesus nunca existiu; foi uma Miragem materializada pela Alma Natural do corpo biológico de Jesus, nascido no Ano 102 AC, do 4º Milénio de Kali Yuga.
Matar os Seres Espirituais Divinos ou Legislar segundo ideologias materialistas sensuais é um sarcasmo contra as Leis Divinas. Cristo, ao deixar Jesus manifestar-se a partir do Homo Espiritual, diz à Humanidade que nada pode contra a intervenção Espiritual. Comportamentos selváticos não passam. Pode votar as aleivosias ad libitum mas isso apenas leva à sua própria autodestruição.
Em trabalhos académicos da Rússia comunista dizem que Cristo nunca existiu. Jesus existiu e foi biológico em 102 AC, depois imagem, doceta, no calendário Cristão. Há duas manifestações de Jesus e o hífen Cristo ensina que eram dois Seres Divinos: Jesus e Cristo. A Idade de Jesus, 212 AC-1944 é a Idade da Demanda de Deus em nós. Jesus foi lapidado com os discípulos, diz a acusação Bíblica, referindo-se ao biológico.
Jesus da Bíblia do calendário Cristão, com um erro de quatro a seis anos, é o Mito Bíblico. Jesus nunca deixou de ter corpo físico de Mestre. Cristo substituiu o real por Mito, para não incentivar as forças tenebrosas. Crucificar é densificar a luz em substâncias opacas. O Docetismo dizia: Jesus não existiu foi imagem. Agitou os primeiros Concílios, porque foram dois. O Iniciado precisa de corpo biológico e alma colectiva universal para ser Mestre. O Mestre ocupa o corpo biológico do discípulo para o ajudar. Jesus-Cristo é dois Deuses. [i]
Os Mestres passaram as cinco Iniciações: 1ª Nascimento; 2ª Baptismo; 3ª Transfiguração; 4ª Paixão, 5ª Morte na Cruz cósmica, seguida da Ressurreição para a Eternidade. Em João 10:32-34 Jesus diz: Mostrei-vos várias obras boas de meu Pai, porque me lapidais? Os Judeus: – Não é por uma boa obra que te lapidamos, mas porque blasfemastes, tu que és homem fazes-te passar por Deus. Jesus respondeu: Não está escrito na vossa Lei: Eu disse vós sois Deuses. A Presença do Divino em nós é o ponto-chave do Cristianismo da Idade de Jesus.

Humberto Álvares da Costa
Médico



[i]      Luc Ferry. O Homo-Deus ou O sentido da Vida. Ed. Asa. 1997.




 


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