sexta-feira, 1 de maio de 2020

Phantom DNA Effect

A Boa e a Má Transubstanciação. Quem errou? Descartes ou vós?


Os que partilham as mesmas substâncias partilham as mesmas qualidades e Saber. Todos vivemos com as «memórias» de outras pessoas e supomos que é individual. Na realidade, sentir, emoções, pensar faz-se sobre o colectivo e por substâncias que andam a ser desenvolvidas por nós em muitas vidas. Se as memórias forem de um Dalai Lama é uma bênção, as de um marginal não são. No Mundo Temporal, o Saber e Conhecer é o que os corpos deixam viver e pensar.
Conhecer a Anatomia do Homo, os dois Gémeos em Evolução, e o modo como a transubstanciação faz Evoluir, permite compreender a descrição de Descartes, a personalidade ou Temporal e o Eu Superior, o Espiritual, a res extensa e a res cogitans e ver a necessidade da ligação dos gémeos”, o inferior e o superior. O Erro de Descartes não existe e se o cito é apenas para demonstrar que sem a Filosofia dos Mestres se cometem Erros que Descartes não cometeu. O «cogito ergo sum» traduzido por «penso, logo, existo», não corresponde ao significado original da palavra. Cogitum é intuicional e só recentemente lhe acrescentaram o mental por não saberem o que é a intuição. Não se sabe porque a Intuição é acima do Mental e estamos a desenvolver as Emoções em função do Mental, ainda não chegámos ao Intuicional e à Vontade Divina em nós, do seja feita a vossa Vontade. A relação que Descartes estabeleceu foi com a «imagem Divina Platónica do Homo». Não se justifica provar que Deus existe porque a minha Qualidade o demonstra.
Ao morrermos nos desagregamos, primeiro o corpo, depois a alma natural, res extensa, passado muitos anos. Depois, o centro de consciência se retira para o Homo imperecível, a alma humana e a alma espiritual no Mundo Espiritual, a res cogitans. Sem centro de ressonância temporal activo, os átomos-vida dos veículos do Quaternário Temporal espalham-se e são atraídos por outros campos de minerais, vegetais, animais e humanos ou dévicos. Se a Substância for superior, melhora as qualidades, se for de baixa densidade, piora. Frequentar locais saturados de más Substâncias é travar à Evolução. Boas Substâncias são uma bênção.
Quando trabalhamos em grupo, os nossos corpos funcionam com a substância dos outros e alarga a base das qualidades da mente. Se o grupo tiver desenvolvido os talentos das mentes, podemos ser muito melhorados; ao invés, se o grupo só tiver substância de fraca qualidade somos muito piorados. É o efeito das más companhias; os melhores passam a funcionar com a má substância da mente; mas também se diz que junta-te aos bons e serás melhor do que eles «efeito multiplicador de Nemesis». Quem quer melhorar a sua Substância mantém-se longe das substâncias das “mentes pestíferas” se as não quer introduzir nos corpos – os subtis e o físico. Se a substância vier pela alimentação entra no organismo e aí não há modo de a afastar. Sinta a bondade de uma alimentação vegetariana para quem ouse experimentar ser mais do que um animal. A qualidade do meu pensamento é diferente conforme o que comer. O alimento não é só proteínas, é também paixões, sensibilidade, sabedoria, tanto que há várias formas de antropofagia.
Os fenómenos como a metempsicose, transmigração das almas, etc., fazem confusão a quem ignora os seus corpos subtis e nunca foi instruído. As substâncias da alma e do corpo podem colonizar outros. Na morte, enquanto o Homo não nascer de novo, as substâncias podem andar em boas ou más companhias, serem melhoradas ou serem pioradas. Os “bons” são melhorados, os que erram e seguem o mal são piorados. Pode-se ser bom ou mau, cada vez mais; ninguém fica indiferente. O estudo do efeito de grupo é o melhor meio para compreender o significado da “transmigração da Substância das almas”. Ao juntar um grupo de mentes homogéneas, de Substância evoluída e aprimorada, ninguém pensa só com a sua mente, pensa com a mente do grupo. As melhores escolas são as que reuniram profissionais de mentes desenvolvidas. Os grupos de criminosos pioram tudo.
Ao tomarmos o fenómeno da transmigração das almas – dos vivos e dos mortos –, estamos a distinguir entre a substância das almas naturais e o ser que as habita. Esse não transmigra. Porém, a Substância dele vai ser usada pelos outros e transmite aos outros capacidades que não possuíam. Foi certamente também a pensar nisso que na Mitologia Greco-Romana fizeram de Mercúrio, o Mental, o Rei dos Ladrões. O roubo simbólico é – espoliar o mental dos outros. Ao”crucificarem” Cristo, colocaram de um lado o “mau ladrão”, o mental orientado para afectos, emoções e sensualidade; e do outro lado, o bom ladrão, o mental com acesso ao céu porque usa a Substância superior do mental – da Razão e Intuição. O «fenómeno da transmigração de substâncias dos corpos» sejam eles físicos ou subtis, poderia ser facilmente antevisto. Todos sabem, e não estranham, em tempos de agricultura biológica, que as matérias do seu corpo, o ar que respira, o que sua, os seus excrementos e urina vão fazer parte dos ciclos de vida de outros seres vegetais e animais. Porque havia de ser diferente com as Substâncias da mente?
Os Mestres ensinaram que a inteligência vem primeiro, é a inteligência que influencia a matéria. Os seres vivos foram criados pela Vontade e Inteligência dos nossos Pais Divinos. Experiências com DNA mostram a relação entre a mente e o DNA que reage a alterações da psique, distendendo ou retraindo, segundo o tipo de emoção e existem campos de energia nos genes. ([i])
A existência dos Mestres e «Homens Holísticos» é a garantia de uma Evolução da Mente (despertar dos talentos dos veículos), relacionada com os corpos da alma e corpo físico. Falar da anatomia e fisiologia da alma? Sim. As partículas fisio e fisi traduzem a ideia da natureza, incluindo a natureza da alma. Gregg Braden, autor de ”The Isaiah Effect” e ”Awakening to the Zero Point” fez o relato de experiências onde fica claro que a “Inteligência Veio Primeiro” «Intelligence Came First», de E. Lester Smith. Resumidas por Cody Johnson ([ii]) completam as investigações sobre o «princípio antrópico» na iniciação à Filosofia dos Mestres:
§ Experiências conduzidas por Vladimir Poponin, um biologista quântico. Fez o vácuo em um recipiente (para eliminar tudo o que lá estivesse) e colocou nele fotões (partículas de luz) que tinham uma distribuição anárquica. Depois, colocou no recipiente DNA (a molécula dos genes) e os fotões distribuíram-se segundo padrões alinhados com o DNA. Retirou-se o DNA e os alinhamentos dos fotões não se alteraram. É possível a existência de um campo energético, uma rede de energia que produz a ordenação dos fotões e persiste após o DNA ser retirado. Os militares fizeram experiências com extractos de DNA de leucócitos humanos (as células brancas). O dador dos leucócitos era colocado em uma câmara e sujeito e «estímulos emocionais», visionamento de vídeos que produziam vários tipos de emoções. Ambos, o paciente e o DNA dos leucócitos foram monitorizados em salas diferentes e as alterações emocionais foram sentidas pelo DNA dos leucócitos colocado em salas diferentes do dador. Eles afastaram o DNA do dador até 80 Km. de distância e o mesmo perfil manteve-se. As células vivas separadas parecem comunicar umas com as outras à distância. Os biologistas quânticos presumem, que deve existir um campo energético em outros níveis.
§ Feita no Institut of HearthMath e relacionado com investigações sobre o antraz. O DNA placentário humano foi colocado em um recipiente e monitorizado para recolher as alterações e distribuído por 28 investigadores. Eles haviam sido treinados para viverem sentimentos e emoções fortes. O DNA muda de forma conforme o tipo de emoções: se a emoção for de gratidão, amor, apreço, etc., o DNA responde com relaxamento e estiramento das cadeias; se forem emoções de ódio, medo, frustração ou ”stress”, o DNA responde com encurtamento e fragmenta muitos dos códigos do DNA.
Investigadores com um amor profundo podem alterar a forma do seu próprio DNA e, segundo Gregg Braden, «tudo aponta para formas de energia que ligam entre si toda a criação»; somos capazes de alterar esta rede da criação através da nossa vibração. (…) Segundo a Lei Universal, atraímos aquilo sobre o qual nos concentramos.” “Encontre maneiras de ser feliz todo o dia… É a mais fácil e a melhor protecção que pode alcançar.”


[i]     Cody Johnson. The Science of Peace and the Power of Prayer. Theosophy in New Zealand. Dez. º 2001
[ii]     Cody Johnson. Ibid

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Mudamos o Mundo pela Inteligência dos Filhos da Mente e do Mental


Foi possível investigar os factos nos Planos subtis e fazer a correlação entre os índices de criminalidade, de acções ilegítimas ou violentas e a «atmosfera psíquica» dos acidentes. O Homo é um gerador de causas e a Natureza é o receptor dos efeitos reactivos às causas. As respostas repressivas ou permissivas, os dois pólos da mesma ignorância, não ajudam o clima psíquico e há uma espiral de violência. A vida é mais feliz se os povos agirem com bondade. No aumento da sinistralidade a principal causa é a «deterioração da mente», o aumento exponencial da maldade ou «revolta» patológica de um povo que sente muito, contra o sistema.
Os investigadores dos outros Planos do Cosmos vêem os homens sempre a gerar filhos, as suas emoções e ideias ganham forma viva e inteligente «formas-pensamento» memes de materialista, que colonizam onde podem, com as qualidades de quem as gerou. Quando o Homo morre fica rodeado dos milhões de filhos seus e dos filhos de outros com quem entrou em sintonia ou hostilizou. O «Além» dos Espíritas é um mundo superpovoado, e a duração da vida nesse «Além», até à morte da alma natural, é várias vezes mais do que as longas vidas físicas. Rodeados de tantos filhos, mais maus do que bons, a vida após a morte é trágica!
Os Judeus impediam os seus filhos de comparecerem no funeral, porque pela morte do “pai das formas-pensamento” elas tendem a voltar ao criador que acaba de morrer e há um «transvaze» para a alma familiar. Do ponto de vista simbólico, ritualista, analógico, era uma tentativa para não contaminar os filhos biológicos com as formas-pensamento paternais. Não agravar a família com o mal feito.

quarta-feira, 29 de abril de 2020

As Almas são Campos de Ressonância e Substâncias

A Religião-Ciência dos Mestres muda as Substâncias da Mente para a Verdade e lança desafios ontogénicos. Os Mestres disseram que a Ciência ortodoxa, apesar de insuficiente, seria o melhor aliado dos que estudam Religião-Ciência.
Os que estudam F. Pessoa têm de se convencer que é chegado o tempo de nos libertarmos da «mágoa de um presente infeliz, à saudade imensa de um futuro melhor». A castração Freudiana do Pai foi mal vista como sexual; é a recusa Atlante dos Mestres. Outra é a castração Bíblica de extirpação do feminino no Homo que só faz sentido como castração no coração (castração de afectos)!
Se a mente do Homo é alterada pelo que a envolve, seres vivos ou ambiente, também é verdade que o Homo modela o ambiente pois o que considera inanimado é vivo, em outra matéria: os pensamentos e emoções são seres inteligentes.
À luz da Religião-Ciência há uma unidade da Vida e todos interferem em tudo. Os cataclismos, enxurradas, secas, tremores de terra, acidentes de todos os tipos, são agravados pelas nossas mentes. Quando um povo baixou o nível social e cultural, caso de Portugal, tenha como certo que tudo o que acontecer será altamente lesivo. Ao invés, se o nível social for bondoso, há tremor de terra mas não mata, há desastre sem vítimas, há acidente sem mutilações permanentes.

Deva Premal - Gayatri Mantra (30 Min Meditation)

Era Geológica: Sete Paradigmas da Evolução das Sete Raças Raiz


Existem zonas zoogeográficas bem definidas, porque há Raças-Raiz! Nunca vi alguém se pronunciar sobre a unidade da vida de cada Era Geológica, a existência de uma Vaga de Vida por Era, equivalente ao ensino das Raças-Raiz; é o significado das zonas zoogeográficas, etc. A concepção de Raça-Raiz dos Mestres é coerente com espaços geográficos e Espécies para essas áreas. A Ciência vê uma origem, os Mestres dizem: origem poligenética. ([i])
Na Evolução dos gigantes de 50 metros, se chegou a seres de baixa estatura, enfraquecidos pelos próprios erros. Os pré-humanos foram gigantes antes dos sexos divididos. A descrição é completada com a profecia, tendemos para um estado final andrógino. Os Seres Divinos são Andróginos. O amor pelo outro sexo é uma força tremenda de reunificação do Homem que, dividido em sexos, ficou separado. Nunca viram o significado do sexo e a razão pela qual o que alcançou a união do Espiritual e Temporal não mais precisa do sexo, mas até alcançar esse ponto depende do sexo, de vida separada, até haver uma força unificadora, sem sexo. Claro que o sentido cósmico de unificação tem implicações éticas sérias, que os Mandamentos (Leis) regulam.
A humanidade desde a Era Terciária não evoluiu como devia. É o que Platão deixa entender, no seu mito” da criação do Homem, da antropogénese que se aproxima das descrições científicas de Sofia, relato de episódios da Antropogénese e das razões pelas quais correu mal, e obrigou a Hierarquia de Compaixão a deixar afundar o Continente maldito, origem do mito do Homo ter nascido em pecado contra a Vontade Divina. Podem conferir o relato de Platão, por exemplo, nas descrições Bíblicas da vossa tradição religiosa! As lutas entre homens e deuses foram descritas e constituem a maldição da Atlântida, feita por nós mesmos! ([ii])  
Em Ezequiel há uma visão do primeiro Homo da Era Primária: «Olhei e eis que um vento tempestuoso vinha do norte (ao Continente da 1ª Raça chama-se Polar, e ao da 2ª Raça, circumpolar, Hiperbóreo, as latitudes dos países nórdicos, norte da Sibéria, Alasca) «e uma grande nuvem com um fogo a revolver-se; e um resplendor ao redor dela e, no meio, uma coisa como de cor âmbar, que saía de entre o fogo. E do meio dela saía a semelhança de quatro animais; e esta era a sua aparência; tinham a semelhança de um Homem. E cada um tinha quatro rostos como também cada um deles quatro asas». (Platão diz oito membros, aqui dezasseis). «E os seus pés eram pés direitos; e as plantas de seus pés... luziam como a cor de cobre polido. E tinham mãos de Homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e assim todos os quatro tinham seus rostos e suas asas. E cada qual andava diante do seu rosto; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam. E quanto à semelhança dos animais [de facto eram pré-homens ainda não dotados de mental e de alma Humana (Buddhi-Manas) e alma Crística (Atma-Buddhi)], o seu parecer era como brasas de fogo ardentes, com uma aparência de tochas; o fogo corria por entre os animais, e o fogo resplandecia, e do fogo saiam relâmpagos; E os animais corriam e tornavam-se à semelhança dos relâmpagos, e vi os animais: e eis que havia uma roda na terra, junto aos animais, para cada um dos seus quatro rostos. O aspecto das rodas e a obra delas era de cor turquesa; e as quatro tinham uma mesma semelhança: o seu aspecto e a sua obra eram como se estivera uma roda no meio de outra roda. Estas rodas eram tão altas que metiam medo; e as quatro tinham as suas cambas cheias de olhos, ao redor. E andando os animais andavam as rodas ao pé deles; e elevando-se eles da terra, elevavam-se também as rodas defronte deles; porque o espírito dos animais estava nas rodas. E sobre a cabeça dos animais havia uma semelhança de firmamento, como um aspecto de cristal terrível, estendido por cima, sobre as suas cabeças.» (...) «E, andando eles, ouvi o ruído das suas asas, como o ruído de muitas águas, como a voz do omnipotente, a voz de um estrondo, como o estrépito de um exército; parando eles, abaixavam as suas asas.» Platão e Ezequiel falam de verdades proibidas, o manto de fantasia é a defesa, encobrem a Verdade!
Se a primeira versão tem excesso de imaginário, esta última, romanceada, é coerente com o ensino de várias fontes. O Homo passo por todas as transformações das Espécies porque as determinou. É mais fácil imaginar um (falso) Animal Quântico, que levou muito tempo a fazer a sua transformação até ser aquilo que é, através das formas que as Espécies manifestaram, partindo duma célula gigante. É uma manifestação paralela à evolução das Espécies, suas subordinadas.


[i]     Félix Rodriguez de la Fuente. A Fauna. XI Vol. Ed. Alfa
[ii]     Jaroslav Pelikan. The Christian Tradition. Chicago Press. Segundo os gnósticos Ofitas Adão e Eva tinham corpos leves, transparentes, de matéria Astral, Eden’. P. 88

Os fantasmas da Atlântida vivem no inconsciente


Não discuto se acreditam, já não estamos em idade de crenças e de enigmas por opiniões, sim por Ciência. Opiniões científicas sem dados objectivos suficientes, são opiniões dilatórias, corruptoras. As referência exactas necessárias são da Ciência dos Mestres. O darwinismo é a má Ciência por falta de dados. Nem os vinte elementos da Neotenia, aparecer primeiro no Homo os caracteres dos primatas inferiores, vos acorda para o ensino dos Mestres: o Homo veio primeiro. ([i])
O Homo é completo desde a Era Secundária e foi precedido do pré-Homo Quântico, que lhe antecedeu, de idade imemorial. Ao contrário do que a Ciência materialista afirma, a sua mente não inclui apenas as forças da sua experiência individual e colectiva desta vida, mas também uma experiência positiva e negativa, a maioria dela traumatizante, do passado, além da esperança do futuro já vivo!
Viver é encontrar um equilíbrio de um movimento que vai dum princípio para um fim de Perfeição. Quando tiverem essa experiência, compreendem que posso encontrar em mim mesmo, em «viagem» no tempo, a cura mágica de uma doença regredindo ao tempo primordial de saúde. Cada Homo tem em si uma experiência de vida dos seis Reinos em que evoluiu, antes de ter vindo para a Terra. A Hierarquia de Compaixão instalou-se na Terra no ano 18 616. 839 AC. A confirmar. Antes havia Mestres herdados da Vida Lunar que criaram o pré Homo.
Psicólogos como Jane Roberts (Seth), dizem: “A estrutura reencarnacionista é psicológica.” (…) “A distância entre uma vida e outra é psicológica e não em termos de anos ou séculos.” (…) “Em certas vidas, ou certos acontecimentos da vida actual pode não haver vontade de os encarar ou admitir.” O predomínio da nossa experiência é doloroso e, no confronto com a autoridade das Leis Divinas, usamos os mecanismos defensivos dos recalques: «não quero ver, nem que me façam ver»
Os talentos da mente são talentos dos corpos da alma, que não é Espírito (esse não evolui) mas Substâncias de veículos, com e sem forma, ou seja, de Forças Materiais Inteligentes. Não há um Criador no Universo mas há Hierarquias Criadoras. Ab initio, após a manifestação polar – Matéria e Consciência; Sujeito e Objecto –, a Cruz da Diferenciação Primária, há uma manifestação trinitária – as Três Sabedorias – reveladas através de Sete Raios Divinos. Tudo o que existe tem uma base Septenária, os átomos, as Sete Qualidades Fundamentais a que cada um dos Seres pertence. O Erro e Mal é «não quererem ver».
O Homem é a 4ª Hierarquia Criadora, tem um valor decisivo na harmonia entre Consciência e Matéria. Tudo na Natureza e os fenómenos naturais são «vivos» e gerados pela combinação das forças de duas linhagens de Seres de Sete Reinos: a linhagem Angelical e a linhagem Humana.
O passado é tão vivo como o futuro. Pôr os homens em contacto com o Passado é abrir a porta aos «ventos e tempestades» e ser lesivo se não houver talentos para o neutralizar pelo Futuro. Um dos bloqueios comuns do inconsciente é admitir a Evolução e negar que a entidade em evolução tenha de passar por formas e vidas cada vez mais aperfeiçoadas, a necessidade de «renascer» e de «recapitular» em cada nova vida.
A preexistência e o renascer é a consequência óbvia da Evolução, e foi ensinada em todos os tempos. Na maioria das tradições dos povos – Animismo, Taoísmo, Shintoísmo, Hinduísmo, Buddhismo, Kabalismo, Sufis, Místicos cristãos – se ensina a reencarnação. Ignora a reencarnação a minoria ocidental da tradição Judaico-Cristã, mesmo assim só uma parte porque os Cabalistas Judaicos e os místicos Cristãos sempre a souberam. É um longo período de trevas na sequência de uma crise da antiga cultura Grega e Egípcia. Alguns confundem trocas de substâncias dos corpos, «Metempsicose», com reencarnações do «Ego»
A Idade de trevas dos igrejismos Cristãos é uma patologia que prolongou o «complexo Atlântida», alterações estruturais da mente, que perturbam a investigação científica na Antropologia, Etnologia, Biologia, etc. O séc. XII foi a Idade com melhor qualidade de vida a da Fundação de Portugal. Então por que foi uma Idade de Trevas? Por ser de Qualidade Ética mas sem Conhecimento. As grandes trevas pós Idade Média, agravaram quando o poder igrejista, político, etc., abusou do aliciamento mediático pela imagem, a infracção do 2º Mandamento.
Antes do Cristianismo, já havia uma crise de valores espirituais no Ocidente e uma ruptura com a Tradição «Smriti». As classes educadas tinham perdido as «chaves» de Conhecimento. Os ressurgimentos Pitagóricos, Platónicos, Estóicos e Neoplatónicos não conseguiram evitar os medos e violências inconscientes.
O erro é desejado, a Verdade, as Leis não são. Antropólogos Portugueses descreveram que, no início do séc. XX, as gentes das Beiras, nas suas rezas antes de adormecer, pediam protecção contra os entes malignos que tinham sido afundados no último cataclismo da Atlântida que, por ter sido no Atlântico, em frente de Portugal, deve ter sofrido grandes impactos do horrendo cataclismo que matou quase toda a Vida, por tsunamis e meses de escuridão total provocada na atmosfera por gigantescas e densas massas de pós e fumos. Séculos depois, o povo rezava todas as noites pela protecção, para não ser atacado durante o sono pelos poderes malignos, sem vida física mas vivos no plano Astral onde dominam! Os Mestres tiveram de bloquear no Homo o acesso ao Astral, como «defesa». Cada vez são mais raros os fenómenos «poltergeist», e o mediúnico é desaconselhado sem que várias medidas protectoras sejam instituídas.
O passado não está morto, está vivo e activo como nesse mesmo dia, e cada um vai ter de o enfrentar tal como o produziu! A Verdade das pérolas que dá vida e poder aos que preservam a exactidão e o bem, quando é decomposta, tem um efeito letal! A história da Atlântida não é a história de um continente perdido é a história de um mal tão terrível que originou cataclismos sucessivos em toda a vida, quase extinta e regenerada várias vezes. Milhões de anos depois está lá tudo vivo.
A Maldade fez da Atlântida um recalque e a interdição de ensinar Ciência Espiritual. É a demonstração das forças poderosas geradas nessa Era longínqua, que assombraram a mente, e vivem no inconsciente. A literatura contra Mandamentos, intenções dos Mestres, etc., é de poderes vivos e maléficos contrários à Verdade e à Imagem Divina. Dentro de certos limites, sou senhor do passado e do futuro; posso ajustá-los sempre que houver necessidade. Ainda hoje é mau falar na Atlântida porque desperta poderes malignos que o Homem Atlante gerou. Não é por acaso que há muitos livros sobre a Atlântida. A História é escrita para satisfazer necessidades da mente. Um período tão negro para o Homo, disturba.
Os psicólogos do grupo Jung verificaram a existência no inconsciente individual e colectivo de muitos elementos da simbologia esotérica e mítica relacionados com o passado da mente humana, que existe na Terra desde o início da vida. Um meio de avaliar a conflitualidade do inconsciente é analisar o tipo de questões que as pessoas formulam ou os tipos de dificuldades que levantam. O inconsciente tumultuoso, não podendo aceitar certos conceitos e vendo que eles são verdade, refugia-se em mecanismos defensivos, «discussões» formais, irrelevantes para a realidade que procura conhecer, amnésias, etc.
As religiões ocidentais, ao negarem a Evolução e Reencarnação erram. O universo e as criaturas evoluem em Ciclos ou Ritmos (5ª Lei), pela «recapitulação». Falam em ressurreição, renascimento, preexistência, transmigração da alma, metempsicose, palingenesia e outros étimos que exprimem facetas do fenómeno.
«O fim de toda a carne é vindo perante a minha face» (a face de Deus é a separação entre os Mundos Divino, Espiritual e Temporal; «porque a terra está cheia de violência; eu os desfarei como terra. E esteve o dilúvio 40 dias sobre a terra...» «expirou toda a carne que se movia sobre a terra...» «e soltou um corvo... depois soltou uma pomba, a ver se as águas tinham minguado... e voltou com um ramo de oliveira.» Todos estes Símbolos são de grande rigor, se os aprender.
Os medos e superstições, devidos à pressão de Forças que obrigam a evoluir, são avassaladores: «ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu (sem corpos, sem mente individual) e escondi-me.» «Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?» «A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore e comi.» Diz o Génesis.
A Substância de conhecer, de evoluir, é a base de Sofia, o pólo feminino da Manifestação! «E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente: esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar.» A mulher é o pólo de (Ciência), Conhecimento e da sedução das coisas materiais – «ferir o calcanhar» – do Gr. Chalcous é o muito denso, o físico denso; e é o meridiano dos órgãos sexuais. Se o Mestre lava os pés do discípulo liberta-o do sexo. «Destruirei da face da Terra o Homem que criei... a terra estava corrompida diante da face de Deus: e encheu-se a terra de violência.» O calcanhar (de Aquiles) é o ponto frágil do excesso de denso. No Mito do V Império caiem pelos pés! Gostam de Cristo a lavar os pés ao Discípulos; e se fosse magia da libertação do Sexo? Duma coisa tão boa?
Platão aprendeu com os sacerdotes Egípcios que tinha havido um último afundamento da Atlântida há cerca de 12 mil anos da data presente. Foi confirmado pelos Mestres e pelos capazes de fazerem uma investigação no tempo passado; tratou-se do afundamento, no Atlântico Norte, em frente de Portugal e ao Norte dele, da Ilha Poseidónis, um resto do continente de todo o Atlântico, que ligava a África e América, diferentes do que hoje eles são. Foi afundado em anteriores cataclismos da Era Quaternária. Os Açores são marcas desse acidente. ([ii])


Esta citação é o exemplo do modo vulgar de desinformação, numa cultura sem Verdade. Platão descreveu, em relação à Mitologia Grega, a Antropogénese tal como aconteceu e os religiosos e darwinistas ignoram. Não é possível compreender o significado da Atlântida como mãe geológica da 4ª Raça-Raiz, de índios, e sub-raças amarelas antigas, e da fuga para o Egipto da classe educada e dos Mestres desse continente cuja malignidade obrigou a Hierarquia a deixá-lo afundar-se cortando as suas ligações com o centro Sagrado dos Himalaias que dirige o mundo. Apesar do Homem ter tomado forma física na Era da 3ª Raça, chamada Lemuriana, a Raça de Pangeia, desse Continente único que depois se dividiu. O poder que o densificou separou os sexos e proporcionou que o Homem fosse dotado de mental que fez a ligação entre a Personalidade e Eu Superior. A divisão dos sexos e dos continentes é parte do mesmo acto cósmico!
Houve até agora cinco Raças, cinco Eras Geológicas. Das físicas densas só há três Raças, três tipos de Línguas. Antes, viveram nos Planos subtis, três Raças muito poderosas, com formas que causariam pasmo a quem estiver viciado nos fósseis do darwinismo. O Homem começou por ser uma «imagem» Divina, de Pais Divinos e é sobre esta «imagem» nomeada, criada, formada e gerada do Quaternário, personalidade, que ele se reveste de corpos com forma. O «pecado» dos Atlantes não se entende sem o associarem à descrição de Platão, no Banquete. ([iii])  
Eros, o poder construtor de formas por Amor, é referido por Platão no Homo antes de ser completo nos seus Três mundos de consciência. Cito alguns extractos de outras descrições, sobretudo da Doutrina Secreta, de HPB. Platão conhecia que o Homem inicial era uma Roda de 50 metros, uma célula gigantesca que se reproduzia por Cissiparidade, divisão ao meio. Leiam na Bíblia uma referência equivalente, em Ezequiel. A divisão dos sexos por Amor, necessidade do outro, e a ligação entre os dois mentais, superior e inferior, Ego inferior e Ego superior, o Senhor, são contemporâneas. A divisão dos sexos foi no período Atlante da 3ª Raça.
A evolução das Raças e os seus Continentes mães é complexa, mas necessária para explicar porque a Atlântida foi afundada por incompreensão do significado do Amor, um pouco como hoje está a acontecer em que o amor é sexo. O sexo é um efeito do Amor mas não é o Amor holístico. Se esteve atento ao conceito de «vidas ardentes»,fiery lives, os seres elementares da gestação do Homem, vê que o binómio Eros e Tanatos, morte, são a raiz da Vida e revela-se por «amor-ódio».
Eros, diz Platão, é «de todos os deuses, o mais filantrópico, o protector dos humanos e médico de males que, se fossem curados, resultaria daí a mais perfeita felicidade para a raça dos homens.» «Mas devo em primeiro lugar falar-vos da natureza humana e das suas paixões. Com efeito, a nossa natureza original não era o que é hoje, longe disso. A princípio havia três géneros entre os homens, e não dois, como hoje, o masculino e o feminino; um terceiro era composto dos outros dois: o seu nome subsistiu, mas a coisa desapareceu; então, o andrógino verdadeiro, em espécie e nome, reunia em um único ser o princípio macho e o princípio fêmea; agora já não é assim e só o nome ficou, como injúria. Antes, cada Homem tinha a forma de uma esfera, com as costas e as costelas em arco, quatro mãos, outras tantas pernas e duas faces ligadas a um pescoço arredondado, absolutamente idênticas; para essas duas faces opostas, um único crânio, mas quatro orelhas, as partes genitais duplicadas e tudo o resto que se possa imaginar, sobre o mesmo modelo. O nosso Homem podia passear por onde queria como hoje, em posição erecta; e quando sentia a necessidade de correr, procedia como os nossos equilibristas que fazem a grande roda atirando as pernas para o ar: graças aos oito membros em que se apoiavam, avançavam velozmente, rolando. Se havia três géneros, e tais como eu disse, era porque o primeiro, o macho, era originariamente filho do Sol, o segundo, fêmea, extraído da Terra, e o terceiro, participante dos dois, da Lua, porque a Lua tem essa dupla participação.» A Raça de homens Andróginos formados no Éden, de tão poderosos, ousaram enfrentar os deuses seus Pais.
«Como disse, tinham uma forma esférica e deslocavam-se circularmente, de acordo com a sua origem; daí derivam também a sua força e o seu vigor. Tendo então concebido pensamentos de orgulho, empreenderam contra os deuses... não havia meios de os matar»... e Zeus decidiu: «há um meio para que continue a haver homens e para que, tornados menos fortes, estes fiquem libertos do seu desrespeito; vou cortar cada um deles em dois ficarão mais fracos e, ao mesmo tempo, aumentando o seu número, ser-nos-ão mais úteis; dois membros bastar-lhes-ão para caminhar; e, se reincidirem na impudência, cortá-los-ei de novo em dois, de modo que terão de andar a pé-coxinho. Zeus cortou o Homem em dois... como se corta o ovo cozido com um cabelo. Cada um assim dividido, ordenou a Apolo que lhe voltasse o rosto e a metade do pescoço para o lado do corte... Uma vez realizada esta divisão de natureza primitiva, eis que cada metade, desejando a outra, a procurava; e os pares, estendendo os braços, agarrando-se no desejo de se reunirem, morriam de fome e também de preguiça, porquanto não queriam fazer nada no estado de separação... Compadecido, Zeus imagina então um meio: desloca os seus sexos e põe-nos para a frente – até aí tinham-nos atrás, procriando-se e reproduzindo-se não graças uns aos outros, mas na terra, como fazem as cigarras. Realizou, portanto, essa deslocação para a frente, que lhes permitiu reproduzirem-se entre si, por penetração do macho na fêmea... Cada um de nós é, portanto, como um sinal de reconhecimento, a metade de uma peça, visto que nos cortaram, como as solhas, em duas partes; e cada um vai procurando a outra metade da sua peça então, todos os homens que provinham da espécie total, do que chamavam o andrógino, amam as mulheres... As mulheres que saíram da divisão de uma mulher primitiva, não prestam espontaneamente atenção aos homens, antes se voltam para outras mulheres... todos os que provêm da divisão de um macho puro, esses perseguem o macho...» A doutrina não ensina, deste modo, a evolução do sexos.
«Quanto ao futuro, se mantivermos a devoção aos deuses, dá-nos a esperança superior de uma restituição da nossa natureza original, de uma cura que nos proporcionará a felicidade e a alegria.» A androginia a alcançar é na Mente!
«Havia criatura humanas com quatro braços, naqueles dias de macho-fêmea (hermafroditas), com uma cabeça e três olhos. Podiam ver para trás e para diante. (...) A declaração de que os últimos hermafroditas da humanidade tinham quatro braços decifra a representação dos ídolos e dos deuses exotéricos da Índia. Na Acrópole de Argos havia um xoanon (estátua de madeira)» (...) «(atribuída a Dédalo) que representava um colosso de três olhos, consagrado a Zeus Triópis (3 olhos). A cabeça do deus tinha dois olhos na face e um no vértex ou fronte. É a mais arcaica das estátuas antigas». Comentário Arcaico da Doutrina Secreta.
Na Biologia vêem todas as fases e formas do Homo que veio do unicelular, divisão por partenogénese, para reprodução por gemulação, esporos, ovos e, finalmente, vivíparos. Se vir com olhos espirituais a Evolução percebe como o Poder do Homo depende da ligação do feminino e masculino, no aspecto biológico, ético, social, espiritual. 




Para reconstituir o seu poder evolutivo o Homo tem de unir as duas partes, masculina e feminina, não só para efeitos de reprodução mas também, a inteligência dos Sete Corpos. A união estável recupera a Unidade do Ser.


[i]     Rosine Chandebois. Para Acabar com o Darwinismo. CL 1996
[ii]     Lubélia Travassos (Açores). O Mistério da Atlântida e da Lemúria. Ed. Pergaminho. As muitas controvérsias sobre esta temática.
[iii]    Platão. O Banquete. Pub. Europa-América, cap. V e VI.