sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Herança Portuguesa


Portugal construiu cerca de 800 fortalezas e fortins fora da sua casa mãe, criando o Mundo Luso, seu Protectorado. 
 
 Vejam estas fotos e desistam de considerar Portugal apenas um cantinho à beira da Europa.  
 Nunca o foi !  
A ALMA PORTUGUESA É TÃO GRANDE QUE NÃO CABE NA EUROPA ! Transborda e abraça todo o planeta.


DIREITOS MATERIALISTAS


CONTRA DEVERES, DHARMAS, ESPIRITUAIS

 
No último Ciclo da História Holista de Jesus-Cristo, 7º Raio, Ritual, Transformista, 1636, 1711, 1790, 1867,1944, segundo as Quatro Qualidades da Manifestação, cujo início e fim indicamos. Os Mestres da Venusiana e Terrena Hierarquia de Compaixão, usaram uma combinação de Forças do período fértil dos Milénios, no último quartel do século XIX, combinado com os poderes de Ciclos Siderais para libertar a Humanidade dos falsos testemunhos religiosos. Eles realizaram uma revisão total da Sabedoria Antiga para ser possível vitalizar a Ciência imaculada, liberta de crenças imaturas e recuperar a Tradição Sagrada em Ciência, Filosofia, Religiões, as Três Supremas da Árvore da Vida. Havia a intenção de dar defesas aos mais esclarecidos contra o ataque do Império dos Poderes Malignos activado em 1898, segundo a tradição apocalíptica. Apesar da resposta inteligente de vários movimentos espirituais que desde então surgiram, não fomos capazes de reverter os poderes que dominam o Mundo.
A minha intervenção na Internet mostra as debilidades, os pontos fracos da intervenção, a incapacidade de conciliar a Ciência Espiritual com a Ciência materialista, a fuga para sentimentalismos sem sustentabilidade e capacidade de se oporem a forças apoiadas em teses falsas difíceis de desmontar porque ocupam o poder político um pouco por todo o lado. A ocupação do Tibete é o símbolo mais temeroso.
Um dos pontos falsos a que aderimos foi a defesa da liberdade de opinião sem especificar que a liberdade de opinião teria de ser consistente com a Verdade, tinha de ser comprovada. O símbolo da perigosidade de Opinião viciada é o darwinismo. Darwin tentou rever a sua Teoria que, por falta de dados, levou à ditadura dos párias, os indistintos: Acaso; mecanismo da sobrevivência do mais fortes em matar os outros; desinteresse pela tese de naturalistas que defendiam o Amor Espiritual como a causa da Evolução; incapacidade de ver que a Evolução era regida pelo Genoma Humano, a Arca de Noé que resistia aos Dilúvios; Evolução operada pelas Sete Raças-Raiz do genoma humano que desperta as Sete Raças-Raiz no Tempo próprio, não por casos isolados; o despertar genómico de uma Nova Raça de Sete Reinos da Criação, de tal modo que as classificamos pelas Idades Geológicas. Estes apoios eram os nossos Deveres, Dharmas, Obrigações espirituais. Na impossibilidade de convencer, aliámo-nos ao inimigo Espiritual, sem estratégia para nos libertarmos dos Erros que continuam impantes a destruir, espiritualmente, o Mundo.
Humberto Álvares da Costa (Médico)

PRESENÇA DE DEUS EM NÓS


SER DEUS

Os Israelitas têm as coisas sagradas como Intocáveis. Quando Jesus disse que todos os humanos são potencialmente Deus, repetindo um ensino de Buddha que nas suas X Bênçãos, X Ordenações, disse que o Ser que nos habita é Divino e a experiência de Deus pode ser reconhecida no coração dos humanos que o revelam. É o modo certo de empatia com o Divino. Reveja as Bandeiras de Portugal e a sua Cultura de Bem-fazer.
A 1ª Bandeira do Rei fundador D. Afonso Henriques começa com a Cruz azul de braços iguais, dos crucificados na Matéria de Diferenciação Primária, Espírito Matéria (a horizontal), de Sujeito-Objecto (a vertical), na cruz da Cosmogénese metafísica e Atómica. A 2ª Bandeira do rei D. Sancho I introduz o conceito de Homo Evolutivo de Cinco Quinas. Os besantes das Cinco Quinas azuis são pontos brancos dispersos. A 3ª Bandeira de D. Afonso III, os besantes passam a ser Cinco e dispostos em X, a letra que representa Cristo no Homo. Quem fez a bandeira daquele rei tomou os Castelos como passos do Caminho de Libertação de Buddha, o Caminho dos Oito Passos. A 4ª Bandeira de D. João I é Astrológica e dá informação sobre os Doze Signos Zodiacais e as Doze casas da nossa Carta Natal, que representam o Chakra cardíaco, das Doze Pétalas, ou Doze Apóstolos de Cristo. A 5ª Bandeira do rei D. João II descreve o Homo Septenário em Três Mundos da Manifestação. Divino. Espiritual, Temporal representados pela Coroa, Escudo vermelho dos Sete Castelos ou Sete Planos do Ser e, no interior deste, o Homo Evolutivo das Cinco Quinas Azuis com Cinco besantes brancos dispostos em X. As Doze Casas representam na Astrologia Moderna as Doze Qualidades do Coração. Há alta probabilidade de os determinismos dos aspectos psicológicos da Carta Natal darem vidas muito diferentes conforme o modo como os vivemos. A Astrologia como Libertadora deve ser importante na Psicologia do futuro: transformar aspectos negativos em positivos. Para ser útil exige um estudo laborioso do modo como decidimos viver e registar essas experiências.
A Eclíptica da 6ª e 8ª Bandeira representa o Símbolo dos Ciclos Siderais rigorosos do ano de Platão da inclinação sobre o Equador que nos permitiu fazer a História Integral. Ao demonstrar a importância dos Ciclos Siderais na História dos Lusitanos, e depois História de Portugal, estou a referir-me ao último Símbolo introduzido. Maior é o encantamento se aceitar que a Eclíptica da História de Portugal representa as Qualificações das Sete Energias Divinas. Se a Eclíptica representar a Globalização do Mundo seria manifestação de Poder da coisificação, não é uma boa directriz por se afastar do Ser Espiritual que o Homo é. O massacre político ideológico nos afasta do despertar do Ser, se tiver capacidade transformadora pode espiritualizar a Política e criar condições para a aceitação Universal das Ordenações Divinas das Religiões. Há uma riqueza de Conhecimentos transmitidos à Humanidade para eliminar a ideia de que ninguém sabe nem pode Saber. As Religiões levam a uma grande conciliação: vê que o saber por Ciência Espiritual, complementar da Ciência materialista, está ao nosso alcance.
Humberto Álvares da Costa (Médico)

CRISES HUMANAS


AS CAUSAS DA INFELICIDADE HUMANA
A intenção é trazer aos que perderam a Esperança a conciliação entre a Ciência materialista e a Ciência Espiritual ensinada pelos nossos Pais Divinos, desde que o Homo Quântico fez a sua «aparição» como Homo biológico, físico denso, no Período Cretáceo da Era Secundária, dos dinossauros, dos Primatas, em que o Homo foi o primeiro e que revelou as qualidades dos Primatas antes da Espécie Primatas porque as trouxe do Éden, assim é chamada a antes da Atómica densa.
Afirmo que o relato Bíblico Terra nos Planos da Mecânica Quântica e das outras Religiões Universais anteriores ao Cristianismo estão certos e merecem a confiança que neles tiverem se forem capazes de decifrar a linguagem simbólica em que se transmite uma ideia sem necessidade de a explicar porque a Humanidade tem uma mente muito adulterada por hostilidade aos nossos Pais Divinos e humanos que nos ensinaram e achamos que éramos superiores aos Deuses que exigiam o cumprimento dos nossos Deveres Divinos, as «Misericórdias». Nós colectivamente rejeitámos a Temperança e quisemos ter muitas coisas para «gozar» a Vida e políticos que as prometem. O Adão de barro foi um facto maravilhoso da História da Humanidade fez a divisão sexual das fanerogâmicas encheu a Terra de flores e na «Deriva» dos continentes separou e afastou os masculinos dos femininos.
Depois do nascimento do Homo Sapiens que significa Sabedoria Divina, um Homo tão poderoso como Deus. O mau uso dessa Sabedoria levou ao Grande Dilúvio universal e ao retrocesso da mente humana que deu o Homo habilis, o homo que teve de reconstituir a Humanidade: o Homo tinha uma memória contínua e lembrava-se de todas as vidas, logo, era como se fosse imortal, desenvolvemos o ódio e a violência, maculamos tudo o que era próprio dos Filhos-de-Deus. Aconteceu 700 mil anos antes do Eoceno que é a Idade da 4ª Raça-Raiz, a que demos o nome de Atlântida porque o nome desse Continente foi considerado uma palavra que ninguém devia pronunciar pela carga de malignidade que impregna. Deu resultado porque andam doidos à procura da Atlântida e não a encontram, quando o nome diz claramente a localização telúrica. O Continente da Atlântida foi afundado por sucessivos colapsos telúricos instantâneos da Crista Dorsal do Atlântico, na Era Quaternária, com megamarremotos.
Humberto Álvares da Costa (Médico)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Os Buddhas de Bamiyan



 

ORIGEM DAS ESPÉCIES


O HOMO SAPIENS QUE DARWIN NÃO PODIA CONHECER
A dificuldade em conhecer a Origem do Homo acontece por não sabermos que Éden significa o Plano da Mecânica Quântica acima do Plano de Matéria Atómica densa. O átomo foi considerado na Filosofia Grega a menor unidade de matéria os constituintes eternos antes de serem reconhecidos os átomos radioactivos. A possibilidade de existir um Homo Quântico que significa de partículas atómicas reconhecidas depois da cisão atómica na bomba atómica não podia ser equacionada. Contra a definição de alguns filósofos da Antiguidade Grega, os Mestres que ensinaram Ciência Espiritual no último quartel do século XIX sempre ensinaram a infinita divisibilidade dos átomos. Eles estavam a ensinar que era possível a bomba atómica pela «cisão atómica». Os primeiros cientistas que estudaram a possibilidade de cisão dos átomos tiveram de calar pelos riscos da infinita divisibilidade do átomo, da Física das partículas.
Como poderiam os cientistas espirituais falar do Homo Quântico e do significado da Mecânica Quântica, a Matéria das partículas atómicas, feitas de luz? As descrições do Homo Quântico foram ensinadas sem denunciar a existência do Homo feito de partículas, que não podia ser dito para defesa da humanidade. As bombas atómicas são um risco de destruição massiva da Terra e encobrir o ensino da Física das partículas. Isso foi dito mas rejeitado pela Ciência materialista nascente que achou impossível a nova definição dos átomos.
Uma vez mais a Humanidade dos Filhos-de-Deus não foi digna do Conhecimento científico Em vez de ter reconhecido os átomos como fontes de Energias infinitas, prevaleceram as utilizações de destrutividade, de maldição e não da Bênção das novas Energias. Enquanto a Humanidade não for capaz de usar o Conhecimento, a Ciência, para o Bem e não sistematicamente para o Mal do Mundo. Os comportamentos incorrectos sobre a Divindade do Homo deram uma teoria económica fantasista, a de Marx, viciado na falsa teoria do darwinismo, que o próprio Darwin foi proibido, pelo sistema da ditadura do proletariado impediu que fosse corrigido o Erro do Acaso na Evolução que está totalmente determinado pelo Genoma, Estaline proibiu que fosse ensinado, com pesadas sanções. A Verdade acabou por prevalecer. A América que tem o poder de determinar a vida dos povos não pode continuar a defender a liberdade de cada um inventar teses religiosas sem ter de as comprovar com evidências. O Futuro está nas Três Sabedorias sempre reconhecida como as Três Supremas. De Ciência e não de crenças. Logo, não aceito opiniões, porque o que se funda em «evidências» é Ciência e não Crença contra a Sabedoria Arcana.
É óbvio que conheço os dramas das ditaduras do proletariado e a incapacidade delas restituírem o Conhecimento do Homo Filho-de-Deus. A rejeição dos Políticos é Filosófica: sou cientista cuja existência depende da libertação de ser Filho-de-Deus, que o «sistema político» recusa. Um Cientista que pratica Ciência materialista como iniciação à Ciência Espiritual é repudiado e para não lesar os meus amigos tive de me afastar deles com consequências económicas que nunca deviam ter acontecido. Para mim, uma Crise Soberana é uma doença da Alma Natural, é Ética antes de ser económica, financeira, ecológica, ambiental, etc. Estou farto de dizer isto mas os sequiosos do «gozo» do que nos dá prazer é impedimento. A Temperança é o étimo Justo para tratar a Alma. Por não entenderem os aspectos Éticos da Crise em vez de os melhorar pioram tudo por violências da Alma. Um Economista curar uma doença da Alma, só por «milagre», e eu sou Cientista. O milagre é a maravilha de ser Filho-de-Deus.
Humberto Álvares da Costa (Médico)

APOGEU DA IDADE DE JESUS EM PORTUGAL


Ciência, Filosofia Perene, Religiões da Era Arcana

Determinismos por factores de Instabilidade. O conflito entre Homo velho e Homo novo
Eckhart (1260-1328), Bispo dominicano alemão, da Ordem criada pelo Espanhol Domingos de Calahora, 1172-1221 comentou: «As Sagradas Escritura dizem dos seres humanos que existe um Homem externo e, junto com ele, um Homem interno. Ao Homem externo correspondem as coisas que dependem da alma (entenda natural) mas estão associadas à carne e misturadas com elas... As escrituras chamam a este todo o Homem velho, Homem terreno, pessoa externa, a Serva. Dentro de nós é o outro, o Homem interno, a que as Escrituras chamam o Homem novo, o Homem celeste, jovem, amigo, Senhor.»
A existência de dois Egos em Evolução, com qualidades distintas e opostas, indica que há no Homo uma oposição entre os objectivos de cada Ego, o de baixo tem de guiar-se pelo superior. Também a Libertação ou Amor Divino, o fim último do Homo, não existe separado das outras duas Sabedorias Divinas. Os Estóicos da Filosofia Grega procuram distinguir o que depende de nós. É orientar a vida para as necessidades do Ser que nos habita e não para necessidades materiais exteriores de desejos do Quaternário Temporal tende a dificultar a ligação à 5ª Quina, Ego superior, V Império, do Homo Perfeito. A Realidade do V Império dos Mestres, como o étimo Latino declara, é acima das crenças vulgares.
Conclui Zenão da filosofia Estóica: «Assim o Homem será livre até na servidão, pois só há uma verdadeira servidão no império das paixões, do qual ele se libertou; ele será feliz mesmo naquilo a que a opinião chama, impropriamente, infelicidade.» Esta é a circuncisão do coração, o abandono da dependência dos sentidos e da bioquímica dos afectos e das emoções. «Zenão promulga que a antiga ideia da Humanidade, em cuja valorização ética dos homens se não conhecem diferenças de classes sociais, nem de povos (inclusive no tocante a escravos ou bárbaros). (...) Zenão entende por virtude: a justiça, a inteligência, a valentia. Para ele o mundo é belo e cheio de possibilidades reais.» «A alma humana é uma parte da alma da divindade...» Esta Filosofia desenvolvida na Grécia e Roma era muito considerada. Os Gregos importaram-na da Literatura Sagrada da 5ª Raça com início há 1,6 milhões de Anos, que corresponde à Era Quaternária em Ciência Espiritual, de facto, V Era ou Idade do Homo, V Raça.
Conceitos Difíceis da Idade Cristã: Pietas, Homonoia, Holismo, Cosmopolitai, Autarkes
Há conceitos filosóficos Romanos desta Era a recuperar: Pietas, Obediências ao superior que terá de ser esclarecida como analógica da obediência ao nosso Imortal Eu Superior, que deve reger a mente temporal; Homonoia, a ‘família humana', herdada de Alexandre que sonhou o Império de todos os povos da Terra, a globalização; o Holismo, o todo está contido em cada parte; Oikouminé, toda a terra habitada, pensar na terra como um Todo; Kosmopolites ou Kosmopolitai (plural), cidadão do mundo, o mundo como «cidade de Deus' uma antiga referência à humanidade; Autárkes, o que se basta a si-próprio que era uma auto-realização espiritual de início, reflectiu-se na concepção do autarca e autarquia.
Conhecer estes «princípios» foi o trabalho dos filósofos Gregos que os Cipiões convidaram para o seu território da Campânia, para pensarem a Nova Cultura e Civilização da Idade Devocional de Jesus-Cristo. Estas concepções Gregas foram importantes na Península Ibérica dos Lusitanos, desde que foram ocupados pelas Legiões Romanas em 213 AC na aurora do Ciclo do 1º Raio, 212AC-96. Os Latinistas Romanos operaram a Latinização dos Lusitanos, que regeneraram a sua Língua para o trabalho que iam fazer. Foi tão bem feita que após a Queda dos Césares do 1º Raio, 212AC-96, entre os Imperadores do 2º Raio, 96-404, dois dos Imperadores escolhidos foram Ibéricos: Trajano, 98-117, Adriano 117-138.
As ideias-força do Homo Holista foram convertidas em Obra Divina pelos Lusitanos do Porto do Graal, na Hora certa: 6º Raio 1020-1328, da Dinastia Afonsina. A II Dinastia chegou no Ciclo do 5º Raio, da Ciência concreta, 1328-1636, a Dinastia Joanina do Porto do Graal dos Cinco Oceanos, depois de acalmado o Atlântico, túmulo da Atlântida, do Poder das Trevas, pela libertação do Homo.
A Estátua da Liberdade, símbolo do Ciclo do 7º Raio, ensina que não há Liberdade de pensamento como liberdade de opinião. Os dicionários definem opinião: juízo ou crença formada sem dados; uma emoção maior do que conhecimento positivista. Têm de mudar os conteúdos religiosos e teorias científicas em que a verdade é escamoteada no marketing político partidário. Opiniões não são Ciência. Entre as evidências objectivas, as mais objectivas são as dos Mestres das Religiões.
Quem emite opiniões sobre temas Espirituais exigentes de Saber profundo saiba que Rheia Sílvia (o cognome de Rheia indica que a nossa Mãe Divina é a mãe dos muitos, dos silvas, e das sementes que caiem nas silvas e se perdem sem acesso à boa terra de cultura espiritual. Rheia foi condenada a ser Vestal que significa Chama. Para os homens serem salvos têm de ser consagrados pelos Senhores da Chama, os Kumaras, os nossos Pais Divinos, o Prometeu que vivem na grande Hierarquia de Compaixão.
Dever de enfrentar o Mal. Radicalismos Islâmicos. As Ideologias Marxistas feitas Ideopatias, doenças
O Homo não é o único habitante dos seus corpos, cinco no Homo Evolutivo, sete no Homem total. Um símbolo importante, da Vida Elemental é o do rapto das Sabinas. É a interpretação de alguns: a Vida Elemental do Homo existe as relações com as Sabinas é uma probabilidade, mas as definições modernas não permitem maior clareza. Os três Reinos de Vida Elemental foram descritos e na Vida Humana Quântica foram importantes. Há Sete Reinos da Natureza e não só os Quatro da Ciência convencional. Os primeiros humanos reviveram os três Reinos da Vida Elemental Quântica. As Sabinas serão Elementais dos Três Reinos que organizam as estruturas dos Corpos. Os Elementais tornam o Homo mais poderoso. Digo «elementais» porque no século XVII, sabino era o «que tem cavalo branco.» (Dic. P Machado). Cristo virá nesse cavalo Elemental puro. Encontram referências à Vida Elemental, ao facto da criança ser apenas consciência dévica ou elemental e não poder ser educada e instruída do modo como será após os 5 ou 7 anos, quando a consciência humana ocupar as formas. Se ignorarem a existência dos Sete Reinos Naturais em Evolução, não sabem a origem dos Erros de Darwin. Cristo é digno de usar essa Força Elemental, os humanos não são. Contentem-se em recitar todos os dias as Escadas de Ouro para purificarem os Doze Degraus do chakra cardíaco e porem-no a rodar em sentido directo para sermos dignos de chegar ao coração pelos Três Reinos Elementais.
Os Portugueses tiveram uma Cultura Espiritual até D. João II, o Príncipe Perfeito. Só se justifica Portugal separado pela Cultura Espiritual que criou o Porto mítico designado Porto do Graal. É a Ciência que vos pode ascender a um Novo Destino. Não seremos muitos porque ainda não compreendemos o símbolo da Atouguia da Baleia, do episódio Bíblico de Jonas que recusou enfrentar o Mal do Mundo seja qual for a sua origem. Dizia Jonas “é por minha causa que veio sobre nós esta grande borrasca.» Deitaram-no ao mar mas Deus interveio e salvou Jonas pelo Grande Peixe, a Cultura Devocional dos humildes de Obras por Obediências Espirituais, como profetizou Eckhart, no 6º Raio, período delta, da desorganização social, entropia. Cada Ciclo é precedido no Ciclo anterior de nova sementeira. A Alma Espiritual Imortal é a Esperança de cura de todas as Crises Morais, Éticas. É o V Império, 5ª Quina. Recupere a linda Religião que é o Cristianismo. A Sabedoria do Homo Holista é Ciência, Filosofia, Religiões. Na descoberta do Homo Divino usei a História Integral ou Holista dos Ciclos das Sete Qualidades Divinas. É ver o Mundo por Leis, Ordenações. O Homo tem 320 milhões de anos de cognoscibilidade Quântica e 18,6 de cognições físicas atómicas. Conhecer a Mecânica Quântica é essencial.
O Bispo Eckhart não aceita a tradução do texto Bíblico aonde se diz: carrega a tua cruz e segue-me, entende-a como Libertação da cruz: liberta-te da tua cruz para seguires Cristo. Não estou a promover qualquer Credo, sou cientista, mas Conciliação entre as duas Ciências - Materialista e Espiritual.
Humberto Álvares da Costa (Médico)