quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Dominar a Morte (1)


DIFICULDADES DE LIBERTAR A MENTE. AS QUATRO NOBRES VERDADES DE BUDDHA

O que nos faz repetir o sofrimento, vida após vidas, põe a questão dos quatro enigmas sobre a infelicidade da Vida, as Quatro Nobres Verdades de Buddha:

1) Origem do sofrimento. 2) Como começa? 3) Pode ser sustido? 4) Há Caminho de Cessação?

A Lei do olho por olho é a Lei de Karma-Nemesis que nos prende à matéria. A libertação acontece quando o ódio cessa pelo amor. Só o amor liberta. Há aqui uma grande ilusão: a Lei do Karma tem efeito multiplicador, exponencial; se lesar um olho, mil olhos vão sofrer. Nemesis é a Lei de culturas de Sementes, de frutos: quem semear um grão de milho a Lei dá-lhe muitas maçarocas, de muitos grãos. Semear o Mal, como estão a fazer, contra as Ordenações Divinas, é gerar Karma-Nemesis assustador. Dominar o Karma e Nenesis é dominar a Morte. Não saber é provocar a morte da personalidade. Na Lei do Karma deixaram cair Nemesis, a abundante Sementeira. Fazer algo é Semear repetidamente. Corrija a sua ideologia e quando voltar a pensar diga: se o que fiz dá frutos, que horror! Temos de mudar de estratégia: Pensar é Semear. Não queria estar na pele de políticos astutos. Embora estejamos condenados a suportar as boas e más sementeiras dos outros. Neste Mundo nada se faz só, temos sempre companhia, no que fazemos e deixamos fazer. O contágio é como nas doenças, inevitável. A Decadência de Portugal é Espiritual, dos materialistas sem Deus.

Choca, por exemplo, não saberem que a Europa é de duas Sub-raças Caucasianas distintas, do Sul, dos Latinos, da Europa Mediterrânica, do norte a Europa nova saída dos fundos do mar, da raça Teutónica do Norte. A do norte é Austeridade, os Latinos do Sul vêem-na como Temperança. Vai dar ao mesmo! Fazem diferença os dois modos distintos de «sentir». Ninguém devia ir para a Política sem conhecer o Povo. Outrora o Povo não conhecia as Leis Divinas, mas cumpria Obediências, Ordenações, valores empíricos. Os Governos sem valores são rejeitados. Portugal tem alternativas.

Há aqui um grande Mistério – deixo de falar em crença no Ser, o Divino que não pode ser conhecido fora de mim – mas pode ser conhecido em mim e em todos os Seres Humanos que o revelem. É o Mistério das Substâncias, dos Cinco Pães que estão a evoluir, Cinco Quinas. O problema do Conhecimento de Deus depende das substâncias dos nossos corpos, dos Sete Véus do Espírito, como Princípios. O que evolui é o Véu e não todo o Septenário; o Homo Evolutivo é o Cicno Quinas, Corpos.. Depende da transferência das Boas Substâncias alcançadas para aqueles que não têm ainda o Pão (cinco Pães ou Quinas) da Vida. Sem Substâncias não se pode Evoluir. A Educação é dar o pão da Vida, as substâncias que cada um tiver de Cinco Corpos, Quinas das Personalidades. Repito, o Homo evolutivo no Mundo Temporal (o Quaternário Temporal do Ego inferior ou Personalidade) e a Individualidade ou Ego Superior, Imortal, mesmo que o inferior se extinga ao não cumprir os patamares do seu Genoma, da Arca de Noé, o Ego superior vai para Deus não morre.

TRÊS MUNDOS DO HOMO TOTAL. A VIDA APÓS A MORTE DO HOMO EVOLUTIVO


Ao morrer o corpo físico, o centro da mente sobe para o duplo-astral, cruza a interface chamada “rio”, na Barca do Caronte (car de carne e carro de quaternário), do timoneiro da cabeça de falcão Egípcio, que devora a carne morta. Para baixo, vai à autodestruição, para as Klippoths, as cascas de corpos perversos. O mau fica retido no filtro (face) e é destruído. Se alguém for só mau, nada fica! Existe e não existe. Para cima vai o aproveitável da alma natural. Mais tarde, a alma natural é abandonada pelo Ser e há outra transferência e «filtração» em que só o Bem passa, do Mundo Temporal para o Espiritual. Entra-se na barca de Rá (o Sol) que é símbolo de Deus do Sistema Solar (e Apolo), o capaz de atravessar o rio da morte e «ver» a sua realidade! No processo de morte, com três mortes (1ª. Corpo, 2ª. Duplo-astral e 3ª Kama-Manas), a terceira morte é a da Alma temporal, o Eu inferior, o centro transfere-se para o Eu Superior, o Homo Espiritual. Se algum bem se fez, deixa-se o Gémeo de baixo e vive-se no Gémeo de cima. Se não houve qualquer bem a salvar, perde-se a consciência. Quando dizemos Gémeos estamos a vê-los como Almas, a Alma de Abel, o Ego superior, aliás duas de Cristo em nós e do Filho do Homo; e a alma de Caim – de corpo físico e Alma Natural, do Ego inferior, de Sinai, que significa Lunar O Espírito é acima. As almas são os corpos das Cinco Funções da Mente no Mundo Temporal e Espiritual. Não é Espírito, é «coisa», «Res», em Latim.

Para unir os Gémeos tem de se libertar da limitação imposta pelas 84 mil emoções perturbadoras, temporais (7x12x1000). As emoções nascidas no Mundo Espiritual, e não no baixo Temporal, são Inteligentes e portadoras da Paz e de uma grande felicidade. Foi tão difícil que 60 anos depois de Buddha veio Shankârâchârya ajudar e mais tarde Cristo e os seus Discípulos avançaram a «Ascensão». O cientista cego, surdo e coxo nunca alcançará, não poderá ter experiência dos outros Planos. Os Sete Reinos Naturais (e não os três) o Homo trinitário (de três Mundos) é o marca-passo da Evolução das Espécies. O Homo traz à Manifestação, as Eras Geológicas e o paradigma comum da Vida de cada Era e Arca de Noé, a Raça-raiz. O Homo não é Reino Animal. Há quatro Reinos visíveis, Atómicos. Os três Reinos precedentes ao Mineral são Quânticos. A evolução da Terra é uma continuação da História Evolutiva da Lua. O Homo não é meio animal, há três Almas. Sabhâ significa: casa, morada. O Gr. «Ethikós» é moral, costumes e «Ethos», morada. O Ser não evolui é o ethos que se aperfeiçoa.

O HOMO É FILHO-DE-DEUS. NUNCA FOI NA TERRA REINO ANIMAL, MAS NA LUA

Os Antigos conheciam a Evolução, os cientistas desconhecem. O darwinismo teorizou uma Evolução imperfeita, por falta de dados. O lado duvidoso, Origin of Species (1859) foi aceite. O lado positivo, The Descent of Man (1871), onde se diz que o sentido moral ou consciência é de longe o factor mais importante na Evolução, que tem 95 referências ao Amor, e 90 aos aspectos morais, não é aceite. Não há verdades religiosas que não sejam científicas; não há verdades científicas que não devam ser, por natureza, religiosas. Nem o Criacionismo é o entendimento recto da Bíblia, nem o darwinismo é fiel à Verdade, tem erros grosseiros de Sofia. O Mestre de Avis ensinou o significado das Obediências. Para a Cura da Gomorria e Sodomia o tratamento do Camelo treinado para suportar a Sede do Deserto. Para a Cura das Crises Soberana os quatro sacos do Camelo que resiste à Sede.

O darwinismo nasce como oposto aos dogmas religiosos, e veio a ser o erro dos dogmas científicos. Há Evolução mas não na forma como Darwin a concebeu por análises naturalistas de fósseis e do inexplicável no Plano Físico. A Evolução não é apenas das Espécies, é de tudo, incluindo a própria Matéria das coisas e Substâncias inteligentes do corpo físico e dos subtis das Três Almas que temos. Sugerir que Cristo ou Buddha não conhecem é o mais vil Despudor.

O Homo ao operar a ligação ao Eu Superior, do Reino de Deus, passa a ter a lei escrita no coração e no entendimento e desenvolve o que está acima dos sentidos físicos. O Homo é potencialmente Buddha ou Cristo, se evoluir nos Sete Reinos da Natureza, para se abrir «à Herança» do Reino de Deus em si. Os maus religiosos, cientistas e espiritualistas (apegados ao poder da crença) dão falsos testemunhos (IX Mandamento), sem Sabedoria. «Em vão me honram ensinando dogmas...» Marcos 7:7. Se o católico fosse sensato diria: jamais dependerei de dogmas e aceitarei apenas o universal religioso, para se experimentado. Vou desenvolver o lado Espiritual e Divino do Homo.

O Evangelho de Tomé começa sempre por Jesus disse. Jesus é critério de Verdade, para qualquer religião. Aos versículos do Evangelho de Tomé se chamam Lógia no plural, Lógion (diga lóguia e lóguion singular), relação com Logos, o Divino; as palavras de Jesus têm o Poder, Ética e Ciência do Logos, do Divino. O discernido segue a regra: o Mestre disse e eu vou investigar. Os Gregos davam-lhe um nome, Phêsi, significa: Ele, o Mestre, disse. Era critério suficiente, o analógico do universal. As superstições do cego, surdo e coxo, desqualificam a prática do Phêsi, no cientista que vê em Phêsi ignorância. Efésio, o ensinado pelo Mestre. Quando ler a Epístola aos Efésios pense nisso!

A evolução é da “roupa” (Sânscrito Rupa, corpo, substância) a que os Antigos chamaram em Lat. Res”, em Gr. Ousia”. A Sabedoria por fora é uma chave dos corpos (roupa, res, ousia) para a Sabedoria do Ser. Se a chave for certa, abre a porta. Os eruditos de delicadas roupas, entenda corpos subtis, como diz Jesus, evoluem contra o Ser, sem Verdade. Ev Tomé L 78.

OS HABITANTES DOS MUNDOS INFERIORES

As casas dos Romanos ainda eram assaltadas por criaturas do Hades, do mundo inferior, e havia o risco de atacarem e matarem as crianças; havia rituais de afastamento dos «espíritos malignos». Os Romanos chamavam-lhes lémures ou larvas. Em Esoterismo, o termo larva significa as «cascas» astrais (Klippoths), restos de corpos não recomendáveis que pensam. Os fenómenos do tipo «poltergeist», em alemão, espírito ou entidade ruidosa, violenta, ocorrem mais na presença de homens mentalmente perturbados, de mente sensual, mulheres mergulhadas em psiquismo inferior, crianças ou homens mediúnicos, ou animais sensíveis, vaca, cavalo, cão, gato, entes cuja psique tem acesso ao «portal» entre o Atómico e o Quântico. Hoje manifestam-se em estalidos nas casas, às vezes fortes. A evolução da mente científica tornou-a mais «imune» a influências dos mundos inferiores, o «portal» impede passagens. Na Bíblia, os milagres do Mestre foram libertar pessoas dos «demónios».

Sempre que na Natureza há uma acção potencial de forças destrutivas há, ao lado, os poderes benignos e, em Roma havia uma devoção aos génios, que correspondiam aos «anjos da guarda», e aos «Penates» ou «Lares», os protectores da casa, formas de Devas, Anjos. Outros são os «Numine» dos Romanos, os «espíritos da Natureza» que os povos primitivos africanos, índios, usam nas magias.

A FILOSOFIA ESTÓICA PRÓXIMA DOS NEOPLATÓNICOS

Resumo pontos básicos da Filosofia Estóica coerente com a dos Mestres:

A) A Filosofia é sistemática, sistémica. A palavra Systema, em Gr., significa: o mundo é um todo, deriva de um Princípio Único, não existem parcelas separadas. Cada parte (nós) é solidária com o Todo e, em consequência, há uma simpatia (um estoicismo) entre tudo o que existe. O Estoicismo é uma filosofia Una – ou se entende o Todo ou a Unidade Essencial do Pai-nosso nos escapa. É o Monismo Vedanta; é o sentido da Fraternidade Universal dos Mestres.

B). A Lógica Estóica é uma ciência para ensinar a pensar correctamente e assegurar a coerência das ideias, porém os Estóicos verificaram que a Verdade não pode ser encontrada nas sensações (como os epicuristas e a Ciência moderna admitem) nem nas proposições (concepção aristotélica), mas nas representações. As almas pouco evoluídas tendem a fixar-se em falsas representações. O cientista tem de as iniciar na árdua procura das representações ou imagens justas.([i])

C). O mundo não é governado por um Deus mas é o próprio Deus. Esta é a experiência da Sabedoria Antiga dos Mestres: «nada acontece na Natureza que seja contra a razão; as monstruosidades, a doença, o sofrimento e a morte, só aparentemente são males»: o filósofo holista, reconhece a ordem universal, uma parte de um quadro só faz sentido se a relacionarmos com o todo. ([ii])

D). A «multiplicidade das qualidades» é produzida e mantida por um fluxo e refluxo que se estende primeiro do centro para os limites exteriores, depois quando atinge a periferia, retorna sobre si próprio. Teoria da expansão e retracção do Universo! «Os Estóicos quiseram que a virtude e a felicidade fossem acessíveis a todos; eles quiseram que o fosse neste mundo (...). Mas é necessário para isso que o mundo em que vivemos seja o mais belo e o melhor possível, que não se oponha a um mundo superior» (Eu superior). Rodier, História da Filosofia, de Châtelet. «Zenão promulga que a antiga ideia da Humanidade, em cuja valorização ética dos homens se não conhecem diferenças de classes sociais, nem de povos (inclusive no tocante a escravos ou bárbaros). (...) Zenão entende por virtude: a justiça, a inteligência, a valentia. Para ele o mundo é belo e cheio de possibilidades reais.» «A alma humana é uma parte da alma da própria alma da divindade...»

Os Estóicos sabiam que «Assim, o Homem será livre até na servidão, pois só há uma verdadeira servidão no império das paixões, do qual ele se libertou; ele será feliz mesmo naquilo a que a opinião chama, impropriamente, infelicidade.» Há conceitos filosóficos Romanos a recuperar: Pietas, a obediência aos superiores terá se ser substituída pela obediência ao Eu Superior que pode estar presente na mente temporal; Homonoia, a «família humana», herdado de Alexandre que queria instituir o Império de todos os povos da Terra, é possível com a globalização, o Holismo, o todo está contido em cada parte; Oikouminé, toda a terra habitada, pensar na terra como um Todo; Kosmopolites ou Kosmopolitai (plural), cidadão do mundo, o mundo como «cidade de Deus» uma antiga referência à humanidade; Autárkes, o que se basta a si-próprio que era uma auto-realização espiritual de início, reflectiu-se na concepção do autarca e autarquia «espiritual». São os objectivos da Idade de Jesus. Há uma diferença abismal entre o «Social» ficcionado e a Fraternidade Universal, Real, difícil.

Os Três símbolos da Estátua da Liberdade são a Trino-Sabedoria: a Coroa, o Facho de Luz e a Lei Divina. HPB usou o termo Trino-Sofistas, os da verdadeira Libertação. (CW 11, p.272). Trino-Sofia não é revoluções políticas. No Islão a Sabedoria era dos Sufis. A «Ciência da Estátua da Liberdade», «Estátua das Três Sabedorias», foi dada ao mundo como caminho de auto-realização. Criaram uma porta de esperança na América, no “novo mundo” de oportunidades, da 6ª Sub-Raça Ariana, e da 6ª Raça, e colocaram à entrada de New-York um símbolo que diz o que é necessário saber! A Estátua da Liberdade a que os sábios da Antiguidade chamavam as Três Supremas, as Três Cognições, o símbolo da Santíssima Trindade. O Eterno manifestado em Sete Raios de Luz e de Som, Sete Trombetas dos Anjos, das Substâncias do Universo. Se a América evoluir no bom sentido a balança entre Qualidades Divinas e necessidades materiais se equilibra; agora não acontece.([iii])

Pode dizer: assim como confio na honra dos meus gloriosos Antepassados, a Ciência das Bandeiras de Portugal diz aquilo que, vergonhosamente, não sabem. Uma Nação que tem na Bandeira, as Três Sabedorias, outrora só dada à gente Espiritual, é um Povo de excepção sujeito ao Materialismo ignaro! Mostrai que sois descendentes do Nobre Povo valente e Imortal. A actual Crise Soberana á um Caos porque por razões políticas secundarizaram a Sabedoria do rei D. João I, que resiste à Sede dos Sentidos porque fez o tratamento dos quatro cestos: 1. Temor de mal reger sem equilíbrio entre necessidades materiais e espirituais, e não a economia dos tostões, iniciada em 1509, dinheiro desvalorizado que impedia as importação de bens de consumo, ouro para os ricos, tostões para os pobres o que deu a extrema miséria; 2. Justiça com Amor e Temperança; 3. Satisfazer os corações; Acabar grandes feitos com pequena fazenda. Três necessidades das Almas apenas uma Económica. Procurem na Cultura Portuguesa tudo o que precisam para viver por ser mais fácil ter memórias.

Humberto Álvares da Costa (Médico)



[i]     As grandes Religiões têm uma origem única e são formuladas segundo a Árvore da Vida. Não é desejável uma religião universal sem a tornar Inteligível por Ciência. Ver o conceito Judaico de Shemitah. O étimo em Hebraico é um ano agrícola de Sete anos no caso Ciclos de Sete Raios.
[ii]    François Châtelet. A História da Filosofia. Ed. CL. 4 Vol. Ao guiar-me por Histórias da Filosofia estou a dizer-vos que o lado esclarecedor é a Qualidade do Tempo e das Pessoas do Tempo
[iii]   R. T. Wallis. Neoplatonism. Ed. Bristol Classical. O 6º Milénio é um novo Tempo: “Isto não quer dizer que a Torah seja substituída por outra, tal facto seria contrário a um dos treze dogmas do Judaísmo (formulado por Maimónides, na Cabala Ibérica). Ao invés, as letras de Torah combinar-se-ão de modo diferente, adaptadas às exigências desse período e, nem uma só letra será acrescentada ou tirada. Então, o conhecimento do homem aumentará e todos, grandes e pequenos, conhecerão a Deus, em virtude da luz que se acenderá no mistério do pensamento divino, na véspera do Sabbath cósmico.” Viva pelas Três Sabedorias.

Têm o Dever de saber porque nascem e porque morrem


Morremos três vezes de cada vez que morremos, uns mais depressa do que outros, em média 600 anos. Faz parte do ensino dado desde a mais alta Antiguidade. Estamos a apresentar os pormenores do que parece mais complexo. O meu Dever é ensinar; se querem saber é da vossa responsabilidade, muitos estão a ir, por vossa causa, para a exclusão. Tudo indica que o Juízo da Humanidade vai excluir, estupidamente, biliões de cadeias de personalidades dos que fazem Crises Soberanas e não só, sem Ética; têm conhecimentos, nenhuma Sabedoria. Vão ser outros, depois, desde o início, daqui a biliões de biliões de anos.
 
* Dominar a Morte (1)
* Dominar a Morte (2)

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

EGO SUPERIOR E EGO INFERIOR


ABEL e CAIM


“O que chamamos Vontade nas regiões superiores da Existência reflecte-se como Desejo nos mundos inferiores. (…) A Vontade é um sentimento claramente determinado pelo Ser; o desejo, pelo contrário, resulta da atracção que exerce na psique do indivíduo a percepção dos objectos exteriores.” A. Besant.

As distinções de A. Besant servem para definir o Homo Espiritual, do Homo de Desejos. O Homo Evolutivo é a integração dos dois Triângulos; não é só o triângulo inferior temporal das personalidades do Homo comum. Se a força religiosa for usada no mau sentido, a analogia entre Espiritual e Temporal é deformada.

Os Três Aspectos da Trindade são um Triângulo a imagem que legitima a representação do Divino. O conflito da mente fica bem expresso na imagem dos dois Triângulos entrelaçados do Homo evolutivo! Aqui os separamos lado a lado para ver como os aspectos superiores se reflectem nos inferiores, o Espiritual no Temporal.

O Triângulo diz que a Trindade não pode ser separada. O exterior e o interior têm de ser integrados. Uma representação geométrica de triângulos mostra como o inferior é reflexo do Real. No futuro, uma política que não parta de Princípios Científicos, Filosóficos, Religiosos universais é contrária à Evolução humana.

O Homo sendo filho de Deus, filho do Altíssimo, tudo o que quiser fazer tem de ser dentro das Leis e Ordenações Divinas é possível. O Homem é o espelho de Cristo, pode reflectir a Luz Divina e salvar-se ou reflectir trevas e matar-se. O Homem é uma Trilogia e está preso no conflito entre o Desejo (amor) de ser livre e a Incapacidade de ser. O materialismo científico é absurdo pelas mesmas razões religiosas. A Ciência Verdadeira é Espiritualista, da Força Divina que Manifesta a Vida, das medidas rigorosas de Deus. O que surpreende é a Sentimento ser ao mesmo tempo uma Grande Emoção e uma Força Imparável. Estude a Renascença I, Clássica, 1405-1482, do século XV. Quando entrámos na Renascença Romântica, 1482-1559, vemos acabar o Tempo glorioso. Volte a estudar a História Holista ou Integral na perspectiva dos dois triângulos da Dra. Annie Besant que ajudam a compreender.

NA EVOLUÇÃO, OS DOIS TRIÂNGULOS SE INTEGRAM


“Ora, o que no Espiritual é Vontade manifesta-se pois como Desejo na alma (temporal). Podeis assim representar (o temporal) pela enumeração dos seus três atributos: o Mental com todos os seus poderes; a Emoção raiz do Amor; o Desejo reflexão inferior da Vontade, princípio determinante.” A. Besant.


“Saber dizer e fazer aquilo que é agradável aos deuses, diz Platão, é nisto que consiste a santidade, é isto que salva a família e as cidades; o contrário disto é a impiedade que tudo convulsiona e destrói”, como a sociedade Portuguesa actual mostra, hum Povo excepcional que foi sensível às necessidades Humanas.

A Libertação Humana e não Liberdades políticas levam à Ressurreição Divina do Homo Filho-de-Deus. A representação da Mente no Mundo Espiritual e no Mundo Temporal mostra como as duas Realidades se exprimem de modo distinto em cima e em baixo e o Significado das Obediência do Superior no Mundo inferior. Se os Desejos não reflectirem o Seja Feita a Vossa Vontade estamos metidos em grandes trabalhos pela incapacidade dos Desejos responderem aos Poderes Divinos. Quando lhe disserem que as Volições dos muitos Desejos explicam a falta de Temperança no Homo subdesenvolvido, começa a compreender que sempre que votar por Desejos Egoístas contra os Deveres Éticos está a escolher o Caminho de sofrimento e incapacidade de revelar o Divino que em si habita e, como disse Darwin, está «animalizado», regrediu. A tese de Darwin parecendo científica auto-suficiente é social e política: podemos reunir uma base de dados experimental que a condena; não se fala deles porque o darwinismo é um suporte da ditadura do proletariado e das revoluções sociais proletárias, dos sem Deus. O «social» é um modo de não resolver as grandes assimetrias de comportamentos entre os Filhos-de-Deus e os Filhos do Tempo sem Deus que os Ocidentais conspurcaram com doutrinas irrealistas que condenam a revelação do Homo Espiritual.

Darwin foi o primeiro a reconhecer que a Evolução baseada em factos experimentais, por ter sido feita segundo os critérios mal formulados do Cientismo, é uma fonte de dificuldades e problemas sociais. Ele foi impedido pelo «sistema» de reinterpretar os seus dados científicos. O homem que tinha sido candidato a teólogo acabou por ficar separado da sua Alma Espiritual, com agravamento da doença bipolar, como agora se diz. Ler o livro proibido de Darwin: The Descent of Man (1871), a Filosofia contrária à Origem das Espécies (1859) são 12 anos de angústia de um cientista verdadeiro, que foi «abusado» pelo sistema político emergente. Passado mais de 150 anos ainda é psicologicamente impossível «salvar Darwin» dos desmandos do poder político.

Humberto Álvares da Costa (Médico)

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Destino de Portugal e a Europa 2


DOIS DESTINOS (2)

LATINOS, EMOCIONAIS, 4ª Sub-raça ARIANA. NÓRDICOS, MENTAL INFERIOR, 5ª Sub-raça ARIANA

O Homo veio para o Éden, co Homo Quântico que a meio da sua 3ª Raça-raiz foi dotado de Espírito Divino e do último corpo que lhe faltava, o Corpo físico denso, no período Cretáceo da Era Secundária. Na Bíblia se diz que Caim levou a Deus os produto da terra; mas Abel levou as primícias Espirituais, porque era o Pastor Espiritual da Humanidade e Deus apreciou a oferta. Em vez de interpretarem como oferta de óleos santos, que facilitam a Ascensão do Homo para o Divino, quiseram ver uma diferença a favor do carnivorismo e traduziram por gorduras animais, sem significado, os óleos das árvores.

O outro aspecto dos Gémeos são as duas Sub-raças Arianas Caucasianas, as da 4ª Sub-raça Latinas do desenvolvimento Emocional; as de cima teutónicas, Nórdicas, do desenvolvimento do Mental inferior. É outro aspecto dos Gémeos siameses: a mediterrânica evolui por Sentimentos, a nórdica pelo raciocínio, pelo mental concreto que limita a capacidade intuitiva. O ideal é combinarem as capacidades de uma e de outra. Se tiver sido esta a lógica desse nascimento nas montanhas do Cáucaso está certo.

Como os Seres Divinos vindos de Vénus para nos ajudar no período Cretáceo, do Barro, da Era Secundária eles trouxeram o Mental superior que faz a ligação entre os dois Egos, também são chamados os Senhores do Mental.

Os Cicno Grandes Passos, as Cinco Grande Iniciações na Hierarquia de Compaixão 1. Nascimento do iniciado; 2. Baptismo; 3. Transfiguração, no ato do Monte: 4. Paixão e morte das Personalidades; 5. Ressurreição alcançada pela Unificação dos Egos.

Quando era muito jovem fiz duas conferências, uma no Dia de Natal, sobre as Cinco Iniciações de Perfeição e outra sobre a necessidade da Ciência dos Mestres de Sabedoria. Que ganhámos nós com a privação de Deus? - Revoluções, ódios, xenofobias, mentira, materialismos de falsos humanistas.

Humberto Álvares da Costa (Médico)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Destino de Portugal e a Europa 1


DOIS DESTINOS: DO BISPO ALEMÃO ECKARTH


AO MESTRE DE AVIS PORTUGUÊS

Dos Sentimentos de Temperança Portuguesa, à Austeridade Disciplinar Alemã

Toda a Cultura Científica Espiritual Religiosa se funda na Árvore da Vida. A mais conhecida é a Judaica sobre a qual foram pensados os X Mandamentos das Leis de Deus, da Kabalah. Sobre as duas Colunas polares da Árvore da Vida, laterais, e a Central sem pólos se edificou um ensino Espiritual da muita Antiga Maçonaria com influência Política recente. Na Europa considerem a Maçonaria da Ásia Menor, de Alexandria dos Filósofos Neoplatónicos; Italiana; Nórdica de Eckhart, Hegel, Goethe, da música clássica Austríaca e Alemã, do materialismo histórico de Karl Marx; a Peninsular Espanhola de S. Teresa e S. João da Cruz; a Portuguesa dos reis de D. Afonso Henriques na I, e II Dinastia, até D. Fernando e a crise Soberana da rainha D. Leonor Teles, de D. João I a D. João II, princípio e fim das Descobertas. Em França foi a da Revolução Francesa; em Inglaterra, a revolução industrial; na América foi a descolonização, as liberdades sociais e o Evangelismo social, mas não Libertação Espiritual. Nos Ciclos do Calendário de Kali Yuga dos Milénios, Séculos e Década há invasões de Energias Espirituais que pode servir para grandes ideais, ou, como acontece desde 1898 para conflitos violentos.

Para explicar os Ciclos Históricos Siderais, das Sete Qualidades Divinas tive de importar da Filosofia Alemã de Hegel, o conceito de Zeitgeist, Espírito do Tempo e Volksgeist, aquilo que as pessoas pensam, valores morais, intelectuais, culturais, para os critérios de definição da História Integral Cíclica das Sete Qualidades Divinas, que permitem mostrar o rigor dos Siclos Siderais de 308 Anos, das Idades de 2156 anos (308x7 Ciclos), é diferente das designadas pelo signo Astrológico do Tempo, na Idade de Jesus, 212 AC-1944, os Peixes, visto pelo Tempo dos Milénios, Séculos, Décadas. A qualificação dos acontecimentos históricos tem outros contornos e se revelam negativos para a Humanidade, se usar o calendário de Kali Yuga, de 17 para 18 de Fevereiro de 3102 AC, com o Sol em 29º do Aquário.

Exclui esse estudo por revelar demasiado os aspectos nocivos dos comportamentos humanos, péssimos o suficiente para calar esse Saber. A Humanidade é maligna demais, mesmo sem essas ajudas que terminam no fim de Kali Yuga no ano 428 898 da nossa Era, se as minhas contas estiverem certas. Rejeito esse conhecimento porque os humanos estão anormalmente doentes da Alma. O Bispo dominicano Alemão Eckhart, 1260-1328, são duas datas publicitadas, 1260, Joaquim de Flora considerou o início de uma transformação da Idade católica, 1328 é o tempo exacto do início do Ciclo de 1328, da Ciência concreta, 1328-1636, que serviu a D. João I, para transformar o Mundo pelo acesso ao Conhecimento científico. Quando digo que os historiadores adulteraram a história do Mestre de Avis faço uma acusação grave que tem impedido o conhecimento do lado glorioso da vida dos Portugueses.

O Programa da Troika é de Cura da Alma de Nórdicos, para Latinos tem de ser adaptada

As grande manifestações de condenação da Troika em Portugal aconteceram e são irreversíveis pelos riscos de morrer não pela doença mas pela cura, que ignora o facto de haver duas Sub-raças Arianas na Europa, psicologicamente diferenciadas: aquilo que pode ser aceite pelos Nórdicos, é inaceitável pelos Latinos, mesmo pelos Portugueses que são universalistas e iniciaram as Descobertas Marítimas para cartografar o Mundo e os Povos perdidos no mundo dos muitos dilúvios da Era Quaternária e da Idade Glacial. Não estou a excluir a Astrologia mas a dizer que a Astrologia é insuficiente se não souber os Ciclos e os Quatro Períodos dos Ciclos Históricos. Se a Astrologia ensina a ver as forças presentes na Mente em certo tempo astrológico natal, a História Holista permite determinar, rigorosamente, os Tempos e as Qualidades Históricas, por factos concretos. Uma Ciência Espiritual pressupõe uma Cultura Espiritual Holista, um conhecimento das Cinco Quinas em Evolução e não apenas a Quina biológica.

O Bispo dominicano Eckhart, 1260-1328, que morreu na alvorada do Ciclo da Ciência, 1328-1656, disse que para recuperar a vivência das Sete Qualidades Divinas era preciso retirar ao Homo todo o conhecimento de Deus, cheio de dogmas e conflitos. D. João I, nasceu em 1357, 1364, aos sete anos de idade foi armado cavaleiro para ser Mestre de Avis. Rei de Portugal em 1385, faleceu em 1433. Foi o 1º Rei da II Dinastia, rei da Boa-memória, que introduziu a Cruz de Avis de braços iguais. É uma Cruz Astrológica sobre as doze pétalas do chakra cardíaco, ministrado na Ciência Oculta como as Escadas de Ouro das doze Qualificações para a Libertação por Ciência, Filosofia, Religiões. Foi o rei das batalhas impossíveis do Bem contra o Mal. Neste Mundo, onde o poder político é regido pelo Poder Económico, Financeiro, Tecnológico, vai ser difícil a Portugal viciado pelas revoltas políticas dos sem Deus, sem Alma, sem valores Éticos e Morais progredirem a Evolução das Cinco Quinas.

Os políticos Portugueses que fizeram um excelente trabalho para apaziguar os credores de uma dívida medonha, terão de encontrar soluções entre meios de pagar as dívidas com modificações ligeiras e inócuas, favoráveis aos desempregados, para Nórdico ver, que cumpriu a TSU, mas equilibrou as finanças com outros meios que assegurem a recuperação económica. Os nórdicos têm razão, os Portugueses sofrem da sua Alma Temporal que viveu os excessos dos sem Deus, está viciada, em risco de se extinguir e precisa daqueles que recuperem os Quatro fardos do camelo resistente à sede dos sentidos, que dominam os muitos desejos contrários à 2ª Qualificação do Yoga, o Desapego, depois do Discernimento. Pior do que falhar o pagamento da Dívida Apocalíptica, é a extinção da Alma do Cinco Quinas.

Mostro a falta da Filosofia Perene nos estudos de historiadores materialistas. Saúdo o treino da metodologia materialista que permitiu sociedades menos carenciadas, à custa do Homo Filho-de-Deus: a Sociologia de Spencer, 1855; Darwin, 1859, Augusto Conte, O Positivismo, 1865; Reuter a informação supostamente livre, Marx, o Capital, 1867. O lado negro da vida apoderou-se dos acontecimentos com capacidades libertadoras e deu-lhes outra feitura, a chamada supressão de Deus que vive no nosso coração para termos uma experiência negativa. Em 1875, a Hierarquia mandou ensinar a Teosofia, Sabedoria de Conhecimento científico Divino. No último quartel do séc. XX em 25 de Abril de 1974, vence a cultura dos sem Deus, na aurora de 1975. Não tenho dúvidas sobre a eficácia dos métodos da Ciência materialista para as necessidades materiais. É ingrato poder fundamentar a Ciência Espiritual Divina, e ser vencido pela venda política da Ilusão de laxismos Éticos, em que cada um é influenciado para desejar muito aquilo que será a causa da sua extinção humana temporal. A entrada na Europa melhorou um País de Quinhentos anos, desde o Ano 1500, de atraso cultural e social, que preservou uma Cultura Ética tradicional de Presença Divina.

 Humberto Álvares da Costa (Médico)

domingo, 21 de outubro de 2012

BANDEIRAS DE PORTUGAL (II)



UM PAÍS DE CIÊNCIA ESPIRITUAL ORDENADA


A Intoxicação da Mente Humana pelas Políticas Inebriantes do Mal, que ilude como Bem

Quando o Mundo desvairado se precipita nos negrumes das suas Almas foi uma experiência de Esperança encontrar evidências que valorizam Portugal Espiritual acima do Económico, Financeiro, Político, Diplomático, Turístico, etc. A entrada de Portugal na Europa pelas obrigações que assumiu defende-nos dos perigos da humanidade devassa em fase de suicídio Espiritual irreversível, por teses revolucionárias arrebatadoras contra o próprio Homo. A Estatística deste «site» mostra um tipo de interesses que dão esperanças: Ciência sim, afectos não. Há um desinteresse pelo Sentimentalismo religioso, uma avidez pela Ciência, pela necessidade de justificar pelos Mestres de Sabedoria e pela Ciência materialista o que dissermos. Quem não justificar aquilo que afirma com argumentos de Ciência é arrasado pelos que têm formação universitária. O Materialismo estará certo e o ensino dos Mestres de Sabedoria, Divinos, Perfeitos, errado? É preciso estar muito intoxicado e degradado para uma personalidade que tem em si a Presença Divina admitir que não existe o que mora em si-mesmo.

Buddha, Mestre dos Mestres, no seu Decálogo sobre as Bem-aventuranças recomenda: procurai os bons que te podem restituir a Presença de Deus perdida por erros comportamentais. O Mundo tentou evoluir para a Boa Rota e a Humanidade libertou-se das crenças, substituindo-as por «crenças piores» da política, engenhosas, traidoras, que apelam ao Homo frénico, de comportamentos impostos por técnicas de submissão da vontade. O Homo das liberdades fictícias, embriagadoras, propensos ao Alcoolismo, sofrem da Suspensão da Presença Divina no seu Coração tem uma avidez por «evidências» de natureza científica, factual, para restabelecer a Ordenação da Mente pelas «evidências» dos Cinco Sentidos.

Portugal desde Ourique, 1138, batalha entre Bem-Mal, até ao Fim das Descobertas, 1500, Brasil

Em 362 Anos de Sabedoria Espiritual, Portugal transformou o Mundo e recebeu «impérios» materiais da Ganância e do Lucro fácil que desqualificaram o País. Deixámos de ter ideias próprias e fomos imitar o estrangeiro, os materialistas, os contrários à Sabedoria Divina. Um dos modos de apoucarem a maravilhosa História de Portugal é classificar-nos como aventureiros que correram altos riscos e não souberam tirar rendimento daquilo que encontraram. A saga Portuguesa se fundamenta nos Deveres Divinos e os reis dos séc. XII e XVI, 1500, viram a origem obscura e falsa da Magna Carta Libertatum, 1215, mal redigida pelos proletários incultos que viviam na miséria, sem Compaixão, que não queriam frequentar a escola e os primeiros mecenas que iriam ser socialistas, que para eles irem à escola tinham de lhes pagar um salário. A actividade escolar, lavarem-se, trazerem roupa limpa era obrigação dos patrões. Para eles, o sujo era o costume; encontrar meios de impor novas ideias, era obra. Já no meu tempo, obrigar alguns doentes a lavarem-se com mais frequência, sem os ofender, exigia imaginação e argumentação imagética, de contos infantis que apelavam a um bem transcendente. A classe média vivia em casas sem saneamento básico, água potável, esgotos. Quando ia viver com a família do campo, o gado vivia no rés-do- chão, o estrume ficava encostado à parede exterior da casa, como não havia sanitários ia-se ao penico, bacio, e despejávamos no estrume que era levado para o campo. Para lavar tínhamos de ir à fonte buscar água, a iluminação era por candeia de azeite ou petróleo. Mesmo nas cidades a maioria das casas velhas não tinha saneamento básico. A necessidade de comprar habitações novas teve um grande estímulo a falta de higiene das velhas. Estou a falar dos anos 30, da II Guerra Mundial. Portugal é um País sobrecarregado de impostos e crises soberanas porque não tinha recursos para necessidades básicas. A entrada de Portugal na Europa foi uma grande bênção. Em Portugal parece que tudo é novo. Nas casas velhas a recuperação é cara e tudo é sobrecarregado de impostos injustos, por excesso de obras sumptuárias.

Os símbolos sequenciais de Ciência Espiritual no século XII a XIV aparecem nas oito bandeiras de Portugal, nas quais destaco: a primeira bandeira da Fundação, cruz azul de braços iguais da diferenciação cósmica. No início do Universo a primeira Manifestação, do traço horizontal foi entre Espírito-Matéria; a segunda diferenciação, vertical, foi Sujeito-Objecto.

A segunda Bandeira de D. Sancho I apresenta o Homo Evolutivo das Cinco Quinas. Ainda numa primeira fazes os besantes, os pontos azuis ainda estão dispersos em cada Quina; depois, ficam ordenados e formam um X, que em Grego é o símbolo de Cristo que passou a viver nos nossos Cinco Corpos, quatro Quânticos e o Biológico. A Personalidade são quatro corpos, o Quaternário inferior, mas os Portugueses incluem no Homo Evolutivo, a V Quina, V Império; cuja origem tem a obrigação de Conhecer. É a Quina Imortal, que torna o Homo Imortal. O Homo com capacidade de Salvação é o Cinco Quinas que na representação mais evoluída tem a Presença de Cristo em cada um dos cinco Copos, representado pelo X. A 3ª Bandeira, de D. Afonso III, parece definir o Caminho de Buddha, de Oito Passos, Oito Castelos.

A Quarta Bandeira do Mestre de Avis é a versão Astrológica. A Cruz de Avis com as três flores em cada extremidade perfaz os 12 Signos do Zodíaco e 12 Casas Zodiacais importantes na Carta Astrológica natal. São doze Castelos agrupados em três que representam as Três Cruzes dos Signos Astrológicos: Cardinal, Fixa, Móvel. O X dos besantes está organizado, representa Cristo em nós.

A Quinta Bandeira é a de D. João II, com três Mundos de representação: Mundo Divino representado pela Coroa em relação com o chakra do Vértex, o chakra mais elevado, da «moleirinha» do Poder Divino. As Cinco Presenças perante a Coroa representam os Cinco Raios do 3º, 4º, 5º, 6º, 7º Raios assinalados como pontos encarnados ou verdes, polaridade positiva ou negativa. O Poder central é representado pela Santíssima Trindade, Poder, Amor, Inteligência. A subida da Flor-de-lis à Coroa

Nas Bandeiras mais antigas há duas Quinas voltadas para o centro porque se relacionam com Planos coadunados, Físico superior-Emocional inferior, a outra, Emocional superior e Mental inferior. O rei D. João II aparece como o último Rei de Portugal Espiritual, falecido em 1495.

Deus existe? A grande qualidade das contribuições do nosso companheiro Cavaco Nunes e do Grupo

Para não ocupar demasiada memória. Se me perguntassem Deus existe? Responderia: existe no meu coração. Um prof. da Universidade de Berlim fez a habitual pergunta segundo a tese: Deus não existe porque existe o Mal. Entretanto outro aluno fez uma pergunta ao Prof.: O frio existe, senhor Prof.? O Prof. disse que sim, o aluno respondeu: não existe porque é ausência de calor. E voltou a perguntar: a Escuridão existe Senhor Professor? E o aluno ripostou: não existe porque é ausência de Luz. O Mal existe Senhor Prof.? Não existe porque o Mal é a ausência de Bem, O aluno foi aplaudido e o reitor perguntou-lhe como te chamas? Albert Einstein, senhor Reitor.

As Bandeiras de Portugal falam de Ciência Espiritual e da Presença ou da Suspensão de Deus no nosso  coração. Se Deus não existir no nosso coração uma tese da esquerda das revoluções acontece o que vemos nos outros Países e não vêem em Portugal porque os políticos drogaram a mente Portuguesa. Uma das curas para a supressão de Deus é ser Português de Ciência Espiritual.

Humberto Álvares da Costa (Médico)

sábado, 20 de outubro de 2012

CINCO BANDEIRAS DE PORTUGAL (1)


PORTUGAL TERRA DE SANTA MARIA

Distinção entre investigação científica pelos Cinco Sentidos e Filosofia Espiritual de Metacogniçõex

Portugal foi edificado por humanos muito avançados em Sabedoria do Conhecimento Divino que ao longo da Idade de Jesus fizeram a transição de Culturas Atlantes, ricas em Magias rituais, para a sociedade científica, com métodos de investigação materialista. Estou a fazer a distinção entre métodos de investigação materialista pelos Cinco sentidos e a Filosofia Divina Perene. Os métodos de investigação científica têm de ser aprendidos em primeiro lugar pelas evidências recolhidas pelos Cinco Sentidos simultaneamente Físicos e Quânticos. A Nova 6ª Raça-Raiz é um ponto de «viragem da Evolução humana de visão Quântica, «sentidos superiores». A última parte da Atlântida estava no Oceano Atlântico Norte acima dos Açores. Deram a esta ilha continental o nome simbólico de Posídon ou Poseidon, uma das doze Divindades Olímpicas Gregas do Chakra cardíaco. Dos Doze Signos zodiacais o atribuído a Neptuno, dos Peixes, é de exaltação de Júpiter. A Ilha estava em frente de Portugal incluía Açores.

Temática das Cinco Primeiras Bandeiras de Portugal

As Cinco Primeiras Bandeiras Espirituais de Portugal valem pelos Símbolos e pela sequência da Antropogénese Espiritual do Homo. Vão de D. Afonso Henriques, Ourique, 1139, pela Cruz Azul da Manifestação, da Diferenciação Primária em Espírito- Matéria, na horizontal, e vertical, Sujeito-Objecto, na Vertical. Segue-se o Homo Evolutivo, o Cinco Quinas, Cinco Raios do Espírito-Santo ou de Santa Maria. A Ave-Maria é a Sephira Geburah, para Chesed (Cheia de Graça), Tiphereth (o Senhor é convosco Ego superior), Netzah (bendita sois vós entre as Mulheres), Hod (bendito o fruto, Maçã das cinco sementes), Yesod (do vosso ventre) até Malkuth, Jesus (Reino de Deus, que ascende em nós).

Na relação com Dos reis D. Afonso I, D. Sancho I, D. Afonso III, D. João I, D. João II. A bandeira de D. Afonso Henriques é da Diferenciação cósmica; de D. Sancho I é o passo seguinte, o Cinco Quinas, o Homo evolutivo, o quaternário temporal e V Quina da Libertação Espiritual; a de D. Afonso III é de um Caminho de Oito Passos como o Buddhista; a de D. João I, a Libertação pelo chakra cardíaco, a de D. João II é do Homo integral. Abdicou das duas Quinas horizontais de Planos coadunados (físico-astral, astral-mental inferior. Também existe outra coadunação Espiritual. Não pode pôr todas deviam ter pensado que era preferível não pôr. Aliás a existência de meios planos coadunados, metade superior e metade inferior não se limita ao Temporal.

As três Bandeiras depois da Restauração da Soberania em 1640

As três Bandeiras que perfazem as Oito bandeiras, após a perda da Independência, em 1581, Cortes de Tomar, sob a influência de reis vítimas dos tempos das revoltas permanentes desde a Restauração em 1640. Portugal ficou órfão de Deus. Lamento que não tivessem visto que a Coroa da bandeira de D. João II não significava monarquia mas a Vontade Divina, Chakra coronal, do vértex. Nos Dilúvios da Crista dorsal Atlântica os afundamentos abruptos de ilhas ou restos do Continente foram por colapso telúrico. (Estudos Americanos, modelos experimentais, Ilha de Las Palmas). O Tema envolve muito material de estudo. É preciso ver tudo de-novo. Sabemos tão pouco do essencial que o conflito com os Erros do Cientismo cria resistências entre Desejos e Bondade. Pelo ensino dos Mestre vê que é de Fraternidade, Perfeição. Vale o esforço porque e Cientismo oficial é da Luta pela sobrevivência do mais forte e é aqui que temos de actuar, a vida humana é de dádiva, não de exploração! É preciso separar nos partidos políticos o ódio da ditadura de proletariado, quer aceitem ou não é sempre isso, ou dos Párias, para mostrar que é uma falta de Instrução e Educação que torna o Homo incapaz de pensar e os coloca sob a tutela dos caciques políticos que mandam repetir palavras de ordem, com efeito inebriante e de estampido da «Manada» de homens animalizados. O Homo  é Filho-de-Deus.

Humberto Álvares da Costa (Médico)